“Fundos imobiliários vão às compras”, matéria da Folha de S.Paulo

No último sábado, 28, foi publicada matéria no jornal Folha de S.Paulo online, sobre o crescimento e a expansão dos fundos imobiliários apesar deste momento de pandemia. O mesmo texto, da jornalista Julia Moura,  foi também pauta do caderno Mercado da Folha de S.Paulo impressa de domingo, 29.

De acordo com o texto e dados fornecidos pela Buildings, os FIIs se destacaram muito neste cenário de crise. Mesmo com a vacância alta nos escritórios em razão da expansão do home office, os gestores viram boas oportunidades mesmo com a alta nos preços.

Segundo matéria, no ano passado, os negócios aceleraram em relação aos fundos de investimento imobiliário, chegando a 46 aquisições no setor. Quando veio a pandemia, de fato, as compras estancaram, mas na sequência ganharam fôlego.

Os fundos já compraram 32 imóveis neste ano de 2020. Desse total, 23 foram adquiridos de março para cá, já na pandemia.

Fernando Didziakas, sócio-diretor da Buildings, disse que o crescimento é um dos efeitos da queda da taxa básica de juros, a Selic, hoje na mínima histórica de 2% ao ano.

Os juros em queda pressionaram a busca por outras opções de investimento. Nessa procura, os fundos caíram no gosto de um público acostumado a investir em imóveis.

O Ifix (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da B3), que reúne os fundos mais negociados do mercado, acumulou alta de 36% em 2019. Neste ano, porém, registra queda de 12,07% pelo efeito da pandemia. Em março, o preço das cotas tombou, enquanto investidores se desfaziam de renda variável com receio dos impactos da Covid-19.

Com o preço de entrada menor, os investidores foram voltando. Ao fim de outubro, os FIIs contavam com 1,1 milhão de investidores pessoa física, um crescimento de 70,5% em relação aos 645 mil de 2019.

“Com as recorrentes novas emissões de fundos, é um mercado muito capitalizado e que encontra concorrência na compra de determinados ativos, já que boa parte dos fundos imobiliários busca o perfil de imóveis de alto padrão para renda”, diz Didziakas.

>> Leia matéria completa na Folha de São Paulo

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

um − 1 =