Qual modelo de escritório é ideal para o seu negócio?

Imagem: Unsplash (Ubiq)

 

A pandemia vivenciada há quase dois anos acelerou mudanças e promoveu novas formas de organização do trabalho. Com as medidas restritivas de circulação/aglomeração de pessoas e profissionais, os escritórios ficaram meses de portas fechadas. O home office foi uma tábua de salvação no meio do oceano para muitas empresas e negócios continuarem suas atividades de forma proveitosa.

Apesar de termos nos adaptado relativamente bem, fato é que muitas empresas passaram a repensar sua forma de trabalho e organização, a fim de ter mais alternativas e possibilidades a oferecer aos seus colaboradores sem, contudo, deixar de lado a qualidade e a eficiência dos serviços prestados aos seus clientes.

Foi neste momento de crise que surgiram demandas como devolver escritórios, reformá-los ou reduzi-los, e também reorganizá-los para um número menor de colaboradores presentes no espaço corporativo, adotando também o modelo híbrido com revezamento de dias, entre outras coisas.

O mercado de escritórios em São Paulo

No município de São Paulo, que tem 16,62 milhões de m² de escritórios (corporate e office de todas as classes), a vacância aumentou de 14,39% (2º trimestre de 2020) para 18,34% (2º trimestre de 2021).  Atualmente ela está em 18,88 (3º Trimestre de 2021).

Vale destacar que cerca de 300 mil m² de espaços de escritórios foram devolvidos entre o início de abril e o final de dezembro de 2020.  Quando olhamos apenas para o universo corporativo, são mais de 11,5 milhões de m² de escritórios (todas as classes), e a vacância aumentou de 14,45% (2º trimestre de 2020) para 20,62% (2º trimestre de 2021).

Diante de tantas devoluções ocorridas e até então, incertezas quanto à vacinação e à retomada da economia, os ocupantes passaram a considerar não somente os espaços tradicionais de escritórios, mas também os espaços tradicionais já mobiliados, ou seja, aqueles com toda infraestrutura montada e a mobília deixada para trás pelos ocupantes anteriores.

E outro tipo de ocupação sendo analisada com carinho pelas empresas nesta crise é o Serviced Offices (espaços privativos mobiliados com serviços oferecidos) e os espaços flexíveis de trabalho (espaços compartilhados ou privados mobiliados com serviços oferecidos).

Modelo tradicional, modelo tradicional mobiliado ou escritório mobiliado com serviços conhecido como Serviced Offices (em ambientes fechados privativos) ou coworking (em ambientes abertos compartilhados).

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Qual é o melhor modelo para seu negócio ou operação?

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Confira também entrevista exclusiva que realizamos com Gleidson Natividade, um experiente consultor imobiliário que trabalha na Ocupantes Corporate Real Estate há mais de 10 anos, para entender melhor o conceito de “espaço sombra”, como ele é operacionalizado, quanto tempo demanda e quais benefícios e economias oferece às empresas.

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“Espaço sombra” é oportunidade real de economia para empresas neste momento de pandemia

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