Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 05/01 a 08/01 de 2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
Escritórios em São Paulo: taxa de vacância cai e preço pedido de aluguel sobe no 4T de 2025
O mercado de escritórios corporativo de alto padrão de São Paulo iniciou 2026 com indicadores positivos e crescentes.
Segundo dados parciais levantados pela Buildings, o setor de escritórios registrou no quarto trimestre de 2025 o 11º trimestre consecutivo de absorção líquida positiva, com resultado superior a 100 mil m².
Isso significa que, desde o segundo trimestre de 2023, a cidade tem consistentemente ocupado mais do que devolvido espaços de escritórios de alto padrão.
Outro indicador que salta aos olhos é a taxa de vacância, novamente em queda na cidade: saiu de 15,83% (terceiro trimestre de 2025) para 14,40% agora, uma redução de 1,4 pontos percentuais.
Da mesma forma, o preço médio pedido de locação cresceu, alcançando R$ 121,00 ante 119,40 do trimestre anterior.
Regiões como Chucri Zaidan, Faria Lima e Pinheiros também se destacaram no quarto trimestre de 2025 nos principais indicadores do setor.
Para conferir matéria completa com os dados da Buildings, acesse a Revista Buildings.
Por que o preço dos escritórios na Paulista pode ter chegado a um teto
A Avenida Paulista está voltando a atrair empresas, mas os preços de locação de escritórios podem já ter chegado a um limite.
Segundo dados da Buildings, a taxa de vacância na avenida despencou pela metade em 2025 – de 12,6% para 6,3% – e o aluguel médio subiu 12,5% no período, para R$ 144/m², mas a empresa entende que o perfil de companhias que buscam a região impede uma nova onda de valorização.
A avenida voltou a ser procurada para escritórios como uma alternativa mais barata que regiões mais nobres que estão com preços elevados e sem espaço, como a Faria Lima. Pela lógica da Buildings, se a Paulista encarece muito, quem está lá vai preferir pagar o preço de outros endereços mais prestigiados.
“Se chegar a R$ 150 ou R$ 160/m² na Paulista, as empresas já começam a fazer a conta para estar na Rebouças,” disse Fernando Didziakas, sócio da Buildings, ao Metro Quadrado.
Ainda há no mercado quem veja potencial para o preço subir mais na Paulista, repetindo o que está ocorrendo em Pinheiros, mas Didziakas lembra que a avenida ainda é vista como o endereço de uma geração mais antiga, do tempo em que era o coração do setor financeiro de São Paulo, nos anos 1990.
Para conferir a matéria completa, acesse o Metro Quadrado.
Fundos Logísticos disparam 30% em 2025, impulsionados por demanda por galpões
Os fundos imobiliários viveram em 2025 um dos ciclos mais positivos da última década. Nesse cenário de retomada gradual da economia, maior previsibilidade monetária e amadurecimento do mercado de capitais, os Fundos voltaram a ocupar espaço central nas carteiras de investidores pessoas físicas e institucionais.
Além disso, o segmento logístico se destacou de forma inequívoca, com o índice de referência avançando mais de 21% no acumulado do ano — o melhor desde 2019.
Enquanto isso, fundos de galpões e centros de distribuição entregaram retornos médios próximos de 30%. Eles vêm apoiados em dados operacionais sólidos, contratos maduros e demanda favorável.
Ao mesmo tempo, outros segmentos brilharam. Fundos de shopping, lajes corporativas, multiestratégia e agronegócio registraram ganhos relevantes, disseminando o otimismo pelo mercado.
Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
Fundo do Patria conclui operação entre shoppings e registra lucro de R$ 40,3 milhões
O fundo imobiliário PMLL11 (Patria Malls) concluiu uma transação anunciada em dezembro e, com isso, adquiriu 15% adicionais do Suzano Shopping, em São Paulo. Ao mesmo tempo vendeu 35% da participação no Boulevard Shopping Bauru, no interior paulista, com o fundo HGBS11 (Hedge Brasil Shopping) sendo a contraparte.
Com a aquisição, o PMLL11 passa a deter 40% do Suzano Shopping, após desembolsar R$ 51,1 milhões pela nova fatia. Já a venda da participação no Boulevard Shopping Bauru foi realizada por R$ 91,5 milhões, por meio da alienação de ações da SPE (Sociedade de Propósito Específico) proprietária do ativo.
Por sua vez, o HGBS11 consolidou a aquisição integral do Boulevard Shopping Bauru e encerrou sua exposição ao Suzano Shopping.
O saldo financeiro da operação resultou em ingresso líquido de R$ 40,3 milhões em caixa para o PMLL11, além da geração de um lucro não recorrente estimado em R$ 0,58 por cota, apurado em regime de caixa.
Multiplan vende 10% do BH Shopping por R$ 285 milhões
Pioneira na criação de projetos multiúso, um conceito que reúne, no mesmo local, shoppings, centros médicos, edifícios residenciais e torres comerciais, a administradora Multiplan (MULT3) firmou, na última segunda-feira (5), um memorando de entendimento para vender uma participação de 10% no BH Shopping.
A transação é de R$ 285 milhões, conforme comunicado ao mercado.
Segundo a Buildings, o BH Shopping possui 46.976 de área bruta locável (ABL) e 140.975 de área construída. O empreendimento possui mais de 320 lojas, sendo 298 satélites e 5 âncoras.
Assim, pelo acordo de venda, o comprador pagará R$ 138,75 milhões à vista e quitará duas parcelas em 12 e 18 meses após a assinatura dos documentos definitivos.
Por fim, a companhia não revelou a identidade dos compradores da fatia negociada.
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