Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 30/10 a 05/11/2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
BTLG11 compra galpão logístico em Guarulhos por R$ 375 milhões e mira alta nos aluguéis
O fundo imobiliário BTG Pactual Logística (BTLG11) comprou o galpão logístico Guarulhos I, em Guarulhos (SP), por R$ 375 milhões. A aquisição marca o início da alocação dos R$ 1,8 bilhão captados pelo fundo em julho, durante sua 16ª emissão de cotas.
Localizado a 30 quilômetros da capital paulista, o empreendimento amplia a exposição do portfólio à região metropolitana de São Paulo.
Com a operação, a participação da região na carteira do BTLG11 sobe de 38% para 42%. Além disso, o fundo aposta no potencial de valorização dos aluguéis para aumentar a rentabilidade do investimento.
O Guarulhos I possui 95,3 mil m² de área bruta locável (ABL) e padrão construtivo triple A. Atualmente, dois inquilinos ocupam integralmente o imóvel: Lopes Supermercados e M. Dias Branco.
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Aeroportos brasileiros entram no radar do mercado logístico e atraem R$ 4,7 bilhões em projetos
A expansão do mercado de condomínios logísticos alcança também os aeroportos brasileiros. Mudanças regulatórias recentes abriram caminho para o desenvolvimento de galpões em áreas aeroportuárias, atraindo investidores e operadores logísticos.
Um levantamento da Urban Systems, empresa do Grupo Binswanger, identificou 15 projetos em sete aeroportos concedidos. Juntos, os empreendimentos somam investimentos estimados em R$ 4,7 bilhões.
O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, já demonstra o potencial desse mercado. A demanda por espaços logísticos dentro da área da concessão supera em três vezes os valores praticados no restante da cidade.
A Brookfield desenvolveu o parque logístico do aeroporto, que já conta com duas fases. A primeira entrou em operação em 2024 e posteriormente passou ao fundo GRU Logístico (GRUL11), da Icatu Vanguarda.
O empreendimento alcançou aluguéis próximos de R$ 90 por m². Entre os inquilinos estão Anjun, Mercado Livre, Latam e Azul.
Agora, a última nave da segunda fase, entregue em agosto, apresenta preço pedido de R$ 130 por m². O valor supera três vezes a média de R$ 40 por m² registrada em outros galpões de Guarulhos.
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Incorporadoras e desenvolvedoras avaliam riscos e oportunidades antes de avançar com novos projetos corporativos
O novo cenário político e econômico brasileiro coloca incorporadoras e desenvolvedoras imobiliárias diante de uma questão estratégica: como avançar com novos empreendimentos sem comprometer a rentabilidade dos projetos?
A combinação de juros elevados, incertezas fiscais, mudanças tributárias e expectativas sobre a condução econômica do próximo mandato exige atenção redobrada das empresas.
Afinal, desenvolver um edifício corporativo ou um condomínio logístico envolve investimentos expressivos, planejamento de longo prazo e expectativas de retorno que dependem de condições econômicas relativamente previsíveis.
Nesse contexto, decisões sobre aquisição de terrenos, aprovação de projetos, início de obras e lançamento de novos empreendimentos podem passar por avaliações mais criteriosas. O custo do capital, a disponibilidade de financiamento, a velocidade de absorção e a perspectiva de valorização dos ativos ganham ainda mais importância.
Entretanto, esse movimento não significa necessariamente uma paralisação dos investimentos.
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Auri Faria Lima combina locação corporativa de alto padrão e eventos em São Paulo
O mercado de escritórios corporativos de São Paulo apresenta um cenário marcado por contrastes. Enquanto a cidade ainda registra uma taxa de vacância de 14,6%, algumas das principais regiões já enfrentam restrições importantes de oferta.
Esse foi um dos principais retratos apresentados no 3º RealtyCorp Analytics Meeting, realizado no AURI Faria Lima, em São Paulo.
A fotografia do terceiro trimestre de 2026 mostra um mercado amplo, mas com comportamentos diferentes entre os segmentos.
Dentro da Macrorregião A, a Nova Faria Lima aparece como um dos principais pontos de atenção do estudo. O submercado possui aproximadamente 1,4 milhão de m² de estoque Corporate.
A restrição fica ainda mais evidente quando o recorte considera grandes ocupantes. Nesse sentido, áreas contíguas de pelo menos 3.000 m² aparecem em apenas quatro edifícios mapeados.
Em um mercado no qual a disponibilidade de grandes lajes corporativas é cada vez mais restrita, o Auri Faria Lima surge como uma alternativa para empresas que buscam concentrar operações em um único endereço.
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