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Elon Musk versus home office: aquecimento dos escritórios e FIIs
11/06 – Revista Buildings com informações do portal Seu Dinheiro
O bilionário Elon Musk tem movimentado os noticiários nas últimas semanas. A mais recente “polêmica” surgiu após sua declaração de oposição ao modelo de trabalho home office, adotado em caráter de urgência nos meses iniciais da pandemia.
O posicionamento de Musk trouxe à tona uma mina de dinheiro que pode “jorrar” bons proventos a qualquer momento.
Tratam-se das oportunidades para os FIIs que aquecem o mercado.

Imagem: FreePik
Os Fundos Imobiliários são um segmento conhecido por gerar renda passiva mensal, duramente impactado pela pandemia, mas que agora apresenta bons sinais de recuperação:
Estes ativos sofreram bruscamente os impactos do isolamento social ao longo de 2 anos, até meados de janeiro deste ano.
Como as empresas tiveram de adotar o modelo de trabalho remoto durante os meses mais acentuados da crise, como forma de reduzir custos, muitas delas entregaram seus imóveis ou reduziram seus escritórios.
Isso claro, afetou diretamente o desempenho de muitos fundos, já que grande parte deles está ligada a imóveis corporativos de alto padrão.
Com a pandemia e a alta dos juros, que tende a prejudicar ativos de renda variável, muitos fundos estão extremamente desvalorizados e podem, além de entregar proventos gordos todo mês, ainda registrar valorização em suas cotas.
Mas temos visto a recuperação dos aluguéis.
E a opinião de Elon Musk pode influenciar as grandes companhias pelo mundo a alavancar a recuperação dos aluguéis para o segmento corporativo, beneficiando diretamente os FIIs.
Quanto maior for o investimento, melhor serão os retornos.
Contudo, não é preciso se prender a grandes quantias para começar a investir, afinal, os fundos imobiliários não se restringem a valores. Com apenas R$ 100 já é possível começar.
Selic no fim de 2022 segue em 13,75% e fica em 10,50% para 2023, aponta Focus
A projeção para a Selic – a taxa básica de juros – no fim deste ano ficou estável em 13,75% ao ano no Relatório de Mercado Focus da última semana, ante 13,25% há um mês. Considerando apenas as 54 respostas nos últimos cinco dias úteis, a expectativa para a Selic no fim deste ano também se manteve em 13,75%.
No Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central de junho, a Selic subiu de 12,75% para 13,25% e o colegiado indicou novo aumento de igual ou menor magnitude que em junho (0,5pp) para a reunião de agosto.
Além disso, na ata, o Copom sinalizou que a Selic deve ficar em patamar “significativamente” contracionista por mais tempo, com o objetivo de que a inflação de 2023 convirja para o “redor da meta”.
No Boletim Focus divulgado na última segunda-feira, 11, os economistas do mercado financeiro também mantiveram a projeção para a Selic no fim de 2023 em 10,50%, de 10,00% há quatro semanas.
A previsão para o fim de 2024, no entanto, passou de 7,75% para 8,00%, ante 7,50% de um mês atrás. Já a previsão para o fim de 2025 foi mantida em 7,50%, repetindo a taxa de quatro semanas antes.
Petlove desembolsa R$ 50 mi em novo centro de distribuição em Minas Gerais
Após abrir sua primeira loja física no Brasil na última semana, a Petlove revelou ao Estadão que investiu cerca de R$ 50 milhões para abrir um novo centro de distribuição em Itapeva (MG) e quer quadruplicar a capacidade de armazenamento até o final de 2023.
O negócio faz parte de um plano de expansão da Petlove, que afirma estar em um momento sólido, ao contrário do cenário visto em startups por todo País, por conta da crise econômica.
A infraestrutura tem cerca de 47 mil metros quadrados e pode armazenar, por enquanto, aproximadamente 7 milhões de produtos. A inauguração é, também, uma substituição: com o novo prédio, a empresa migra de seu outro centro de distribuição, na mesma cidade mineira.
A Petlove ainda investiu cerca de R$30 milhões em automação para otimizar os processos da cadeia de entrega e separação de produtos.
O novo galpão, porém, não deve aumentar significativamente as regiões atendidas pelo antigo posto de armazenamento, mas deve dar mais volume às entregas.
Atualmente, o prédio de Itapeva atende as regiões sudeste e sul e a intenção é tornar os processos de entrega até 40% mais eficientes.
O novo centro de distribuição começa a funcionar na segunda quinzena de julho e, em sua capacidade máxima, deve estocar até 9 milhões de produtos.
Onde reinvestir os rendimentos dos fundos imobiliários (FIIs)?
Saber onde reinvestir os rendimentos é uma dúvida recorrentes dos novos investidores. Muitos deles ainda não possuem a experiência e a nitidez de onde aportar seus rendimentos acumulados.
Vale pontuar que, embora a taxa Selic esteja em elevação constante desde o início de 2021, conseguimos crescer, gradativamente, o número de investidores em fundos imobiliários.
Tanto é que, em junho, verificamos que o volume total de investidores evoluiu para 1,72 milhão, de acordo com os dados publicados pela B3.
Dessa forma, alguns dos novos entrantes, ao passar a receber seus rendimentos mensais, podem ficar na dúvida de onde aportar aquela renda adicional.
Definir métricas como forma de melhor se orientar e controlar o risco interno da carteira, além de ter uma visão mais clara do caminho a ser trilhado, é fundamental.
Em tempo, muitos investidores insistem com a ideia de que a renda de um fundo imobiliário deve ser investida nele mesmo. Porém, esta não é uma premissa a ser seguida.
No início da vida financeira de qualquer investidor, pode ser difícil acumular o valor necessário para adquirir uma nova cota apenas com os rendimentos. Contudo, entendemos que, com o passar do tempo, a força dos juros compostos vai contribuir para que os seus rendimentos passem a somar com os seus aportes mensais, possibilitando que os seus recursos comprem cada vez mais quantidades de cotas.
Como sabem, o mercado alterna entre ciclos de altas e baixas. Dessa forma, podemos dizer com convicção que sempre haverá uma oportunidade para os aportes mensais – seja por meio do mercado secundário (via home broker) ou através das novas emissões de cotas (via subscrição).
Obviamente, se você possuir uma carteira minimamente diversificada, maior serão as chances de haver uma possibilidade de se investir naquele momento. Isso ocorre principalmente pelo fato que os fundos possuem dinâmicas e estratégias diferentes. Ou seja, vivem etapas distintas.
Na prática, o investidor de fundo imobiliário deve sempre estar atento ao mercado primário (emissões) e secundário (home broker). Procure realizar aportes onde você acredita que estejam as melhores opções.
Em momentos de euforia no mercado e altas generalizadas nas cotações, muitos investidores perdem a referência e se sentem incomodados com a possibilidade de estarem pagando caro por determinado ativo.
Desse modo, é importante buscar aqueles ativos que não tenham se valorizado excessivamente e que ainda apresentam margem de segurança. Outra opção, seria verificar se algum fundo da sua carteira está realizando uma nova emissão, uma vez que você terá o direito de preferência para acessar estas cotas a um preço abaixo do mercado, ou seja, com desconto em relação à cotação diária.
Já em cenários de baixa (ou lateralização), o qual estamos vivenciando agora, as oportunidades são nitidamente percebidas no mercado secundário. Uma ou outra oferta pode ser vantajosa ao investidor. Mas, em geral, os negócios mais frutíferos serão realizados no secundário, sobretudo pela expressiva margem de segurança.
Trabalho híbrido é o modelo preferido de 57% das empresas brasileiras
Ir ao escritório ou trabalhar em casa não é mais uma discussão corporativa. O debate agora é sobre a possibilidade de alternar os locais de trabalho ao longo da semana.
Com isso, cerca de 57% das empresas brasileiras têm adotado o esquema alternado entre casa e escritório, o que deve permanecer. É o que aponta o Índice de Confiança Robert Half, divulgado em junho.

Imagem: FreePik
A pesquisa ainda afirma que 33% das companhias devem retomar o modelo presencial integral e apenas 10% permanecerão somente com o home office.
O levantamento contou com a participação de 387 pessoas, sendo elas empregadas permanentes, desempregadas e recrutadores, durante o período de 2 e 27 de maio de 2022.
De acordo com o levantamento, as empresas também apostam entre dois e três dias de trabalho no ambiente corporativo por semana — o que é considerado ideal segundo um estudo de Harvard divulgado em abril.
Em números, cerca de 27% dos entrevistados preferem ir ao escritório duas vezes, já 29%, três vezes.
Ainda, em 27% das empresas que adotaram o modelo híbrido, a quantidade de dias no escritório fica à escolha do colaborador.
“A pandemia trouxe à tona questões sobre a saúde mental dos colaboradores, que passaram a ponderar mais a relação vida versus trabalho”, afirma o levantamento. Isso porque 47% dos desligamentos entre janeiro e março de 2022 aconteceram “a pedido” do trabalhador.
ARTIGOS BUILDINGS
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Nesta semana publicamos vídeo exclusivo com os dados do fechamento do 2 trimestre de 2022. Os resultados mostram que o mercado de escritórios cresceu pelo 4º trimestre seguido em São Paulo.
Confira os dados do 2T 2022 de São Paulo e Rio de Janeiro no canal da Buildings no Youtube.
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