Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 28/08 a 03/09/2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
Itaú negocia com Esther Towers locação integral do edifício
O Itaú Unibanco está negociando os últimos detalhes para fechar a maior locação de escritórios da história de São Paulo. A instituição financeira pretende alugar 100% das duas torres do empreendimento Esther Towers (em fase final de construção).
O imóvel é desenvolvido pela Eztec na Avenida Chucri Zaidan.
Assim, com o avanço do acordo de 90 mil metros quadrados de ABL (45 mil em cada torre), o banco deixou para trás as conversas com o Alto das Nações (também em construção). Ambos possuem metragem equivalente na mesma região.
Além de consolidar sua liderança como o maior ocupante de escritórios da capital paulista, a nova estrutura do banco vai somar às operações já existentes na Faria Lima e no Jabaquara.
Por fim, a região, que já recuperou boa parte da ocupação perdida nos últimos anos. Agora, precisa provar que consegue absorver uma nova onda de oferta sem interromper a trajetória de recuperação.
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Boom de escritórios Triple A em São Paulo acelera imóveis de luxo e expõe gargalos do plano diretor
A retomada dos escritórios de alto padrão em São Paulo consolida uma mudança estrutural no mercado imobiliário corporativo. O movimento vai além de uma simples recuperação após o período pandêmico.
Julia Arruda Botelho, CEO da Matchpoint, destaca que as companhias reavaliaram a importância da presença física para fortalecer a cultura organizacional.
As empresas mantêm o trabalho híbrido como modelo definitivo, mas enxergam a convivência presencial como pilar fundamental na atração de talentos.
Por isso, a procura por edifícios bem localizados e integrados ao transporte público atingiu níveis históricos recentemente.
Dados da Colliers mostram que a absorção bruta de edifícios corporativos de alto padrão atingiu 352 mil metros quadrados em 2025. Esse volume representa o maior índice já registrado na história da capital paulista.
Regiões valorizadas como Faria Lima, Itaim, Pinheiros e Paulista lideram essa movimentação e registram alta contínua nos preços de locação.
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BTG Pactual Logística amplia aposta em Guarulhos e eleva exposição no raio de 30 km de São Paulo
O BTG Pactual Logística FII concluiu a aquisição do BTLG Guarulhos I, ativo logístico Triple A, localizado em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo.
Segundo Fato Relevante, a operação movimentou R$ 375 milhões e amplia a presença do fundo em uma das áreas mais estratégicas para a logística brasileira.
Localizado na Avenida Paschoal Thomeu, o empreendimento possui mais de 95 mil m² de Área Bruta Locável e está 100% ocupado.
Além disso, o imóvel conta com características voltadas à operação logística de alto padrão, como pé-direito de 12 metros, capacidade de piso de seis toneladas por metro quadrado e sistema de combate a incêndio com sprinklers J4.
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Conheça as empresas que estão apoiando o Buildings Summit 2026
O mercado imobiliário corporativo reúne empresas, investidores, ocupantes, consultorias e entidades com diferentes perspectivas sobre o setor. É justamente essa diversidade que ajuda a construir um ambiente mais preparado para as transformações do Real Estate.
Nesse contexto, o Buildings Summit conta com o apoio de três organizações com atuações distintas e complementares: CoreNet Global Brazil Chapter, DM Broker SP e Secovi-SP.
O evento acontece em 7 de outubro, no BTG Pactual Hall, em São Paulo, e reunirá mais de 1.000 decisores, investidores e lideranças do mercado imobiliário.
Além de ampliar o networking, o encontro pretende colocar em discussão dados exclusivos e tendências que influenciam os mercados de escritórios e logística.
Assim, a presença dos apoiadores reforça justamente a amplitude do mercado imobiliário corporativo.
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O mercado logístico aprendeu a não construir demais?
O mercado logístico brasileiro atravessa um momento de forte demanda, com absorção elevada e vacância em queda. Mas, diante do crescimento do estoque e de novos projetos, uma pergunta ganha relevância: o setor pode repetir os ciclos de excesso de oferta observados em outros segmentos imobiliários?
Para Fernando Didziakas, sócio-diretor da Buildings, existe uma característica do mercado logístico que pode ajudar a evitar esse movimento: a capacidade de dosar a oferta de acordo com a demanda.
A diferença está na própria dinâmica de desenvolvimento dos empreendimentos.
Enquanto um edifício corporativo é concebido e construído como um projeto único, e que leva de três a quatro anos para ser entregue, um condomínio logístico pode ser implantado por etapas.
Em um condomínio logístico, o desenvolvedor pode preparar um terreno e construir inicialmente apenas uma nave. Depois da locação, novas estruturas podem ser adicionadas conforme a necessidade do mercado.
Na prática, isso permite uma estratégia de expansão gradual: o desenvolvedor constrói uma nave, garante a pré-locação ainda durante as obras e, depois, conclui a locação.
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