Cyrela tem projeto de R$ 400 milhões para galpões logísticos de alto padrão em Guarulhos

De acordo com matéria do Valor Econômico, a Cyrela voltou à logística com gestora Cy Capital.

A Cyrela voltou a investir no segmento de galpões logísticos por meio da Cy Capital, gestora criada em 2021. A empresa vai construir, em parceria com a incorporadora Marka Prime, 135 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) de padrão AAA (“triple A”) em quatro terrenos vizinhos em Guarulhos (SP), um investimento de cerca de R$ 400 milhões.

O terreno, que pertence à Marka desde 2010 e tem 400 mil metros quadrados ao todo, está localizado antes do trevo do Bonsucesso, com acesso para as rodovias Presidente Dutra e Ayrton Senna, e próximo da Fernão Dias e do Rodoanel.

Segundo Bruno Ackermann, sócio da Cy Capital, o empreendimento será entregue em duas fases.

A primeira, de 35 mil metros quadrados, fica pronta em junho do ano que vem e está em vias de ter o contrato de locação fechado, para “built to suit” (BTS, a construção feita de acordo com a necessidade do cliente, para locações de longo prazo).

A segunda fase será entregue até o fim do mesmo ano, e a demanda não será um problema. De acordo com Adriano Theodoro, sócio-fundador da consultoria imobiliária Marmara:

“Temos procura para duas ou três vezes a área, o que estamos tentando negociar é como conseguir oferecer uma solução para as empresas que têm demanda e não podem esperar até dezembro de 2023”, afirma.

Setor logístico segue aquecido

A Cyrela já investiu no segmento outras vezes, quando criou a CCP (Cyrela Commercial Properties), em 2007, negócio independente que retirou o Cyrela do seu nome apenas no ano passado, e agora se chama Syn. A CCP também fez uma joint venture com a americana Prologis em 2008, que durou até 2017, quando adquiriu porção da CCP na empreitada.

Segundo Ackermann, havia um acordo de não-concorrência entre a Cyrela e a CCP, para que a primeira não investisse em galpões e imóveis corporativos, e a segunda em residenciais. Após o vencimento da cláusula, a holding ficou livre para voltar a mirar o segmento.

Dessa vez, porém, a Cyrela quis fazer diferente, explica o sócio.

Com a gestora, o grupo consegue investir o capital excedente da holding nos galpões, mas também pode obter capital de terceiros para compor esses investimentos, uma vez que o setor logístico demanda valores altos e em um prazo curto. A ideia é alocar de 10% a 20% de capital próprio nos empreendimentos e buscar o restante com fundos imobiliários (FIIs).

Para ler a notícia completa, acesse o Valor Econômico

One Comment

  1. JOAO BOSCO BATISTA DE SOUZA Reply

    Muito bom o projeto elucidativo no galpao logistico,organizando a seguranca para investidores que pensam em remanejar suas aplicacoes na retomada da economia brasileira,criando novos e adequados modelos economicos,uma vez que modelo economico precedente nao conseguira’ mais sobreviver nas novas exigencias pos pandemia.

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