Devoluções de escritórios em São Paulo: o pior já passou?

 

Neste novo vídeo no canal da Buildings no Youtube, Fernando Didziakas apresenta uma visão geral sobre o mercado de escritórios em São Paulo, analisando o cenário vivenciado em 2020 – com devoluções e reduções de espaços, além da expansão do home office.

A ideia é trazer uma leitura da situação atual dos edifícios corporativos classe A em 2021, considerando também aqueles ofertados (que serão devolvidos pelos inquilinos em breve) e também o novo estoque que será entregue ainda neste ano.

Com um estoque de 11.278 milhões de m², o universo de edifícios corporativos total em São Paulo é 1560 prédios.
Esse número não contempla os edifícios de salas comerciais (offices).

Hoje temos mapeado pelo nosso time de pesquisa os edifícios com áreas ofertadas, ou seja, que ainda ainda estão ocupados, mas que os inquilinos já avisaram aos proprietários que irão sair.

Dentro do nosso monitoramento, há 125 mil m² que serão devolvidos em um futuro próximo. Esse número em relação à taxa de vacância, que atualmente é de 17,2%, vai representar um acréscimo de 1,1%.

No universo total de 1560 edifícios comercias em São Paulo, o classe A (de alto padrão), corresponde a 247 prédios; De mais de 11 milhões de m² no total, cai para 4,058 mil m².

Olhando para os edifícios ofertados, o numero é de 63,2 m² – que serão disponibilizados em breve.

Essa metragem vai acrescentar 1,5% à taxa de vaca total.

Do ponto de vista de áreas ofertadas. o pior já passou. Temos uma relação de empresas fazendo transações comerciais e o volume de devoluções que continua existindo, mas foi menor.

É interessante olhar para a atividade construtiva da cidade.

Existem outros 27 edifícios em fase de construção (primária ou retrofit) que serão incorporados ao mercado.
Pelo menos 20 desses prédios, estão previstos ainda para 2021.

Mais meio milhão de m² serão somados a 4 milhões atuais. Isso, claro, pode trazer um impacto no aumento da taxa de vacância. Esse é um fator que deve trazer preocupação ao investidor.

Desses 20 edifícios em construções, nem todos são classe A em regiões primarias. Estão divididos em várias partes da cidade.

Para ver análise completa, assista o vídeo abaixo:

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