O home office não abortou os dividendos mensais pagos religiosamente pelos fundos imobiliários (FIIs) de escritórios mais consolidados da bolsa de valores brasileira. Pelo contrário, os números mostram que o mercado de lajes corporativas de alto padrão em São Paulo vai muito bem em 2026.
A Buildings revela que a taxa de vacância de escritórios em áreas premium da capital paulista diminuiu para 13,4% no primeiro trimestre do ano (1T26), abaixo da taxa de 14,5% no final de 2025, mesmo diante de um incremento de estoque em lajes corporativas na ordem de 26 mil metros quadrados no período.
Já a absorção líquida atingiu 79,5 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) no 1T26, mantendo patamar elevado e reforçando a capacidade dos FIIs de escritórios de absorver novas áreas, ainda que com entregas pontuais em algumas regiões da cidade.
Os analistas do BTG Pactual destacam a pujança dos eixos corporativos da Faria Lima, Pinheiros e Chucri Zaidan. Só o coração do mercado financeiro viu os preços pedidos em aluguéis de escritórios superarem o patamar de R$ 300 por metro quadrado, dada a oferta restrita e a demanda aquecida por ativos de maior qualidade.
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