“Menores e fora dos grandes centros: imóveis comerciais devem ganhar novo perfil pós-pandemia”, portal 6 minutos

Quem caminha pela avenida Paulista ou pela Faria Lima, em São Paulo, sabe o que é estar cercado de grandes prédios comerciais. As regiões centrais das cidades sempre foram as mais cobiçadas e trazem certo status para as empresas que possuem escritórios por lá. No entanto, a pandemia trouxe uma nova realidade para o mundo dos empreendimentos comerciais: a necessidade de ser menor e estar mais espalhado pelas cidades.

“A tendência daqui para frente, até pela dificuldade de identificação de terrenos grandes, é de projetos menores e menos concentrados nas cidades. Em São Paulo, o volume de novos empreendimentos é cerca de 40% menor em comparação ao que foi feito nos últimos anos”, afirma Cristian Baptista, diretor de Locação do Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo).

Se antes o foco das construtoras de São Paulo eram grandes avenidas como Faria Lima e Chucri Zaidan, hoje elas estão buscando regiões como Barra Funda e Vila Leopoldina.

Os prédios comerciais vão acabar?

Não. Apesar de algumas empresas terem adotado o home office, esta não é a realidade para a maioria dos brasileiros – no final do ano passado, 7,3 milhões estavam trabalhando de casa, número que representa 9,1% dos 80,2 milhões de ocupados e não afastados, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

“Na pandemia, as empresas conseguiram se adaptar ao home office, mas isso, no longo prazo, não vai se manter integralmente. As empresas vão continuar precisando de espaços físicos, e a retomada poderá vir de novas empresas que estão chegando ao mercado e daquelas que estão crescendo”, afirma Fernando Didziakas, sócio-diretor da Buildings, empresa especializada em pesquisa imobiliária corporativa.

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