Taxa de vacância de imóveis logísticos segue caindo, com forte competição por espaço.
“Alarmante” é como o sócio da consultoria imobiliária Buildings, Fernando Didziakas, define a disponibilidade de galpões logísticos no país. A parcela de empreendimentos vagos recuou para 6,4% no primeiro trimestre, de acordo com a empresa, ante 7,66% no início do ano passado.
Essa proporção de condomínios logísticos disponíveis para aluguel representa, em termos absolutos, 3 milhões de m2. É uma quantidade elevada, mas é a mesma que foi absorvida pelos ocupantes – principalmente empresas de comércio eletrônico – nos três últimos trimestres.
A atividade construtiva no segmento deve sustentar a demanda mais próxima, mas o especialista alerta que houve uma queda no volume em obras. Esta passou de 5,5 milhões de m2 no país no começo de 2025 para 4,5 milhões no último trimestre.
Vacância em queda
O Estado de São Paulo, que reúne metade do portfólio de galpões logísticos do Brasil, fechou o trimestre com 7% de taxa de vacância, queda de 1,4 ponto em relação a dezembro, aponta a consultoria CBRE Brasil.
Fernando Terra, vice-presidente de logística e industrial da empresa, destaca que o período de janeiro a março foi o “melhor da história” no Estado. “Passamos, pela primeira vez, de 1 milhão de m2 de absorção bruta”, diz. A média do indicador, nos últimos anos, tinha sido de 2,7 milhões de m2 absorvidos em 12 meses.
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