Notícias do mercado imobiliário corporativo #275

Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 17/04 a 23/04 de 2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.

Real Estate Logístico sob uma perspectiva socioeconômica

22/04 – Revista Buildings

O mercado imobiliário logístico brasileiro atravessa um ciclo de transformação estrutural acelerado pela expansão do e-commerce junto às mudanças nos padrões de consumo da população.

Henrique Curvello Porto, Gerente de Research da EREA.

Galpões de alto padrão construtivo — os chamados Condomínios Logísticos Classes AA e AAA — se tornaram ativos estratégicos no portfólio de investidores institucionais e de inquilinos com presença nacional.

Compreender a atual expansão do mercado e os principais indicadores do setor, como absorção líquida, taxa de conversão, ABL (área bruta locável) e novo estoque, requer uma análise que vá além dos dados imobiliários em si.

Neste artigo exclusivo, Henrique Curvello Porto, Gerente de Research da EREA, analisa como variáveis socioeconômicas — do consumo das famílias à atividade industrial e às condições financeiras — ajudam a explicar a dinâmica por trás da absorção, do novo estoque e da demanda por ativos logísticos de alto padrão.

Para leitura completa, acesse a Revista Buildings.

XPLG11 capta R$ 1,2 bi, amplia caixa e mira expansão no setor logístico

22/04 – InfoMoney

O fundo imobiliário XPLG11 concluiu sua 9ª emissão de cotas e captou cerca de R$ 1,2 bilhão, desconsiderando a taxa de distribuição primária. 

A operação envolveu mais de 11 mil novas cotas, precificadas a R$ 105,50, conforme a Resolução CVM 160.

Além disso, a forte demanda permitiu o uso do lote adicional. Com isso, o fundo amplia seu caixa e consolida sua posição entre os maiores FIIs logísticos listados na B3.

Atualmente, o portfólio do fundo soma cerca de 1,5 milhão de metros quadrados.

Assim, a gestão mantém foco em galpões logísticos prontos, alugados e maduros, com preferência por empreendimentos acima de 50 mil a 60 mil metros quadrados. 

Mercado de escritórios reage na capital de São Paulo e atinge marco

22/04 – Valor Econômico

O primeiro trimestre terminou com mais uma queda na proporção de escritórios vagos na capital de São Paulo, o que já se aproxima ou está na “taxa de equilíbrio” do setor, a depender da consultoria que reúne os dados.

Com a menor vacância, começa a faltar espaço para empresas grandes em empreendimentos de alto padrão.

Para a consultoria CBRE Brasil, a taxa de vacância nos prédios corporativos de alto padrão ficou em apenas 10,5% em março, queda de quase 3 pontos percentuais sobre o início de 2025. A empresa considera que a taxa de equilíbrio, na qual demanda e oferta possuem forças equivalentes nas negociações, vai de 10% a 12%.

Já para a Buildings, a vacância está pouco acima, em 13,3%, após ter recuado 4,5 pontos em um ano.

Há consenso entre as duas empresas de que a oferta de novos prédios de escritório tem sido limitada e restrita a empreendimentos pequenos. São edifícios de alto padrão, mas incapazes de receber a operação de um grande negócio, por exemplo.

“Praticamente não tem prédios com áreas acima de 30 mil metros quadrados disponíveis na cidade”, afirma Felipe Giuliano, diretor de locação da CBRE Brasil.

A Buildings contabiliza a entrega de quatro empreendimentos na cidade no primeiro trimestre, o maior com 10 mil metros quadrados de área locável, por exemplo. Um deles, no Itaim, está pedindo R$ 315 por metro quadrado, conta Fernando Didziakas, sócio da Buildings, ante uma média de R$ 125 na cidade para os escritórios de alto padrão – e já está 40% locado.

Para conferir matéria completa, acesse a Revista Buildings.

Mercado Livre vs. Shopee: a corrida bilionária por galpões logísticos acelera no primeiro trimestre de 2026

17/04 – Revista Buildings

O mercado de condomínios logísticos iniciou 2026 em ritmo acelerado. Mercado Livre e Shopee novamente protagonizaram a maior parte da demanda, impulsionando novas locações em diferentes regiões do país.

Segundo dados do Buildings CRE Tool, juntas, as duas empresas somaram mais de 800 mil m² em novos contratos no primeiro trimestre.

Líder absoluto do setor, o Mercado Livre bateu a marca de 4 milhões de m² de condomínios logísticos  no Brasil em 2026, conforme mapeamento da Buildings.

No primeiro trimestre, por exemplo, a gigante argentina manteve sua estratégia de capilaridade logística, ao alugar ou expandir operações em 10 empreendimentos, totalizando mais de 370 mil m²

Por outro lado, a Shopee adotou uma abordagem ainda mais agressiva em volume. A empresa de e-commerce alcançou 440 mil m² no período, também em dez empreendimentos, superando ligeiramente o concorrente em área total locada no trimestre.

Na somatória geral, a Shopee ocupa 1,8 milhão de m² de espaços logísticos, segundo a Buildings.

Para conferir matéria exclusiva, acesse a Revista Buildings.

Baixa disponibilidade de galpões já é ‘alarmante’

22/04 – Valor Econômico

“Alarmante” é como o sócio da Buildings, Fernando Didziakas, define a disponibilidade de galpões logísticos no país. A parcela de empreendimentos vagos recuou para 6,4% no primeiro trimestre, de acordo com a empresa, ante 7,66% no início do ano passado.

Essa proporção de condomínios logísticos disponíveis para aluguel representa, em termos absolutos, 3 milhões de m2. É uma quantidade elevada, mas é a mesma que foi absorvida pelos ocupantes – principalmente empresas de comércio eletrônico – nos três últimos trimestres.

A atividade construtiva no segmento deve sustentar a demanda mais próxima, mas o especialista alerta que houve uma queda no volume em obras. Esta passou de 5,5 milhões de m2 no país no começo de 2025 para 4,5 milhões no último trimestre.

O Estado de São Paulo, que reúne metade do portfólio de galpões logísticos do Brasil, fechou o trimestre com 7% de taxa de vacância, queda de 1,4 ponto em relação a dezembro, aponta a consultoria CBRE Brasil.

Os maiores puxadores de demanda têm sido Mercado Livre e Shopee. Segundo a Buildings, a primeira alugou ou expandiu sua presença em 10 condomínios no período, somando 377,7 mil m2 absorvidos. Para conferir a matéria completa, acesse o Valor Econômico.


Deixe uma resposta

Translate

Descubra mais sobre Revista Buildings

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading