“Dúvida com retomada dificulta aluguel de salas e conjuntos comerciais”, matéria da Folha de S.Paulo

Em matéria publicada na Folha de S.Paulo no dia 09/08, o bairro de Alphaville ganha destaque por viver crise nos imóveis comerciais e boom nos residenciais. Fernando Didziakas, sócio-diretor da Buildings explica:

“Alphaville sempre foi um pulmão de São Paulo. Era a primeira a vagar em tempo de crise, e a última a ocupar em tempos de bonança. Obviamente, as empresas sempre preferiram estar em São Paulo. Desde 2012, quando se construiu muito, a taxa de vacância está na média em 25%, nunca estabilizou. Já chegou a 40%, e agora está em 33%, e temos tendência de alta. Obviamente, as empresas sempre preferiram estar em São Paulo. Desde 2012, quando se construiu muito, a taxa de vacância está na média em 25%, nunca estabilizou. Já chegou a 40%, e agora está em 33%, e temos tendência de alta”.

Negociações demoradas, abatimentos, benefícios, muita dúvida e expectativa com a retomada da atividade econômica. A rotina de quem trabalha com imóveis comerciais em São Paulo tem sido de muita visita e pouca assinatura.

E, ainda assim, a situação já é melhor do que a registrada em 2020, quando milhares de imóveis e salas comerciais foram desocupadas em decorrência da crise econômica e das medidas de quarentena determinadas no início da pandemia.

Roseli Hernandes, diretora de locações comerciais da Lello Imóveis, diz que o volume de contratos não-residenciais fechados de janeiro a junho deste ano representa um crescimento de 45% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Dúvidas quanto ao ritmo da vacinação e a solidez da retomada das atividades acabam freando o ritmo de novos negócios.

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