Faria Lima, Paulista e Pinheiros: onde está a força do setor de lajes corporativas?

No mercado de escritórios, São Paulo virou palco de estreias — enquanto o Rio de Janeiro segue preso a um jogo que o setor conhece bem: pouco crescimento real e muita troca de inquilinos entre prédios. A leitura é de Fernando Didziakas, sócio da Buildings, que analisa de perto cada movimento dos principais centros corporativos do país.

O Liga de FIIs do dia 29/10 mergulhou no universo das lajes corporativas, um dos segmentos mais tradicionais do mercado imobiliário.

Depois da pandemia e da consolidação do modelo híbrido, os escritórios voltaram a ganhar força, e São Paulo já superou os níveis de ocupação pré-2020, com vacância de cerca de 9% nas regiões prime da cidade.

Para o bate-papo, os apresentadores Marx Gonçalves (XP Research) e Marcos Baroni (Suno Research) recebem Fernando Didziakas, sócio-diretor da Buildings, para uma análise completa dos dados do 3º trimestre de 2025.

O programa também abordou como essa retomada impacta os fundos imobiliários do segmento, analisando cases como o PVBI11 (VBI Prime Properties).

Saba mais na InfoMoney. A entrevista completa, você confere no vídeo abaixo:

Entrevista completa disponível no canal da InfoMoney

Leia outras publicações da Buildings na Mídia:
— Os investidores já estão deixando Extrema para trás; matéria do Metro Quadrado
Faria Lima e Paulista disputam por prédios corporativos; matéria da CNN Money
— Avenida Paulista concilia polo corporativo e vida cultural; matéria do Valor
— Exclusividade a peso de ouro: Escritórios na Faria Lima chegam a até R$ 400 m²; matéria do InfoMoney

— Os condomínios logísticos são tendência no setor; matéria do Valor

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