Habite-se do Alto das Nações adiciona novo gigante Triple A ao mercado de São Paulo

Conteúdo Exclusivo – Por Ellen Costa

Com cerca de 100 mil m² de escritórios e localização estratégica na Marginal Pinheiros, Alto das Nações amplia a oferta de alto padrão em um dos mercados mais aquecidos da capital.

São Paulo, 13 de julho de 2026 – A emissão do Habite-se para o Alto das Nações marca a entrada oficial de um dos maiores empreendimentos corporativos do País no mercado de escritórios de São Paulo. A partir de agora, o edifício está apto para ocupação e locação, adicionando aproximadamente 100 mil m² de escritórios Triple A ao estoque da capital.

A entrega ocorre em um momento favorável ao segmento corporativo paulistano.

Nos últimos trimestres, o mercado registrou sucessivas absorções líquidas positivas, redução gradual da vacância nas regiões mais consolidadas e valorização dos aluguéis em diversos polos de escritórios de alto padrão.

Nesse contexto, novos empreendimentos passam a disputar empresas que buscam imóveis mais eficientes, sustentáveis e capazes de acomodar operações em crescimento.

“Com a emissão do Habite-se, abre-se uma janela estratégica para empresas que planejam mudanças, consolidações ou expansões em 2026 e 2027”, destaca Christofer Mariano, diretor de locações da RealtyCorp.

Ele ainda explica que o projeto reúne atributos que o colocam na categoria de “trophy asset”.

“Não se trata apenas de um rótulo, mas de uma combinação rara de escala, desempenho técnico e inserção urbana difícil de replicar na cidade”, afirma.

Escala diferencia ativo entre os maiores da cidade

Localizado no eixo da Avenida Nações Unidas, o Alto das Nações reúne atributos que o posicionam entre os maiores empreendimentos corporativos já desenvolvidos em São Paulo. São 40 pavimentos de escritórios, aproximadamente 219 metros de altura e lajes corporativas com cerca de 2.300 m² pelo padrão BOMA.

Ao todo, o edifício oferece aproximadamente 100 mil m² de escritórios.

Considerando a densidade atualmente praticada pelas empresas, entre 7 m² e 10 m² por estação de trabalho, o empreendimento possui capacidade para receber entre 10 mil e 14,3 mil colaboradores.

Esse porte coloca o ativo no mesmo grupo dos maiores complexos corporativos da cidade. Mais do que ampliar a oferta, o empreendimento atende empresas interessadas em consolidar diferentes operações em um único endereço, reduzindo deslocamentos internos e aumentando a eficiência imobiliária.

Em termos comparativos, somente o componente corporativo do Alto das Nações já supera, por exemplo, a soma das duas torres do CENU, que totalizam cerca de 93 mil m², e se posiciona no mesmo patamar de grandes conjuntos como o Rochaverá Corporate Towers e o São Paulo Corporate Towers.

“A questão não é quem é maior, mas o que a escala permite em termos de estratégia imobiliária”, pontua o executivo.

A combinação entre escala, especificações técnicas e localização torna o empreendimento um ativo diferenciado dentro do mercado paulista.

“Além da dimensão física, o projeto reúne características que permitem acomodar empresas em diferentes estágios de crescimento, oferecendo flexibilidade para expansão futura sem necessidade de mudança de endereço”, afirma Mariano, diretor de locações que responde pela comercialização exclusiva das áreas corporativas do ativo.

Região consolida protagonismo no mercado corporativo

Foto: Alto das Nações (RealtyCorp)

O Alto das Nações reforça o processo de consolidação do eixo Nações Unidas como uma das principais centralidades corporativas da cidade.

Nos últimos anos, a região concentrou investimentos em infraestrutura urbana, mobilidade e novos empreendimentos de alto padrão. Assim, se tornou alternativa para empresas que priorizam localização estratégica e facilidade de acesso.

Entre os diferenciais do empreendimento está a integração direta com a estação Granja Julieta da CPTM. Isso permite acesso ao complexo sem necessidade de circulação pelas vias públicas.

Além disso, intervenções recentes no sistema viário, como a conexão entre a extensão da Avenida Chucri Zaidan e a Avenida Cecília Lottenberg, contribuíram para melhorar a mobilidade da região.

O entorno também reúne ampla oferta de hotéis, restaurantes, serviços e centros comerciais. Essa infraestrutura fortalece o modelo de uso misto, cada vez mais valorizado por empresas que associam qualidade urbana à experiência dos colaboradores.

Infraestrutura privilegia grandes operações corporativas

Além da escala, o Alto das Nações incorpora especificações técnicas compatíveis com empreendimentos Triple A. O edifício possui elevadores de alta velocidade, pé-direito piso a piso de 4,68 metros, heliponto, rooftop e garagem com 2.486 vagas.

O complexo também integra uma praça aberta de aproximadamente 32 mil m², com mais de 400 árvores. Além disso, possui teatro para 303 pessoas e mall com mais de 40 operações comerciais. A área bruta locável é superior a 5 mil m² e o ativo ainda conta um hipermercado com funcionamento 24 horas.

O projeto busca certificação LEED Gold e foi concebido para atender aos requisitos da certificação WELL Gold. Com isso, refletindo a crescente demanda do mercado por edifícios que conciliem eficiência operacional, sustentabilidade e bem-estar.

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Ativo amplia opções para empresas em expansão

Com o Habite-se emitido, o Alto das Nações passa a integrar efetivamente o universo de ativos disponíveis para ocupação imediata. Parte das áreas permanece em processo de comercialização, permitindo ocupações desde meia laje até múltiplos pavimentos.

Os valores pedidos variam entre R$ 120 e R$ 150 por metro quadrado. Além disso, as negociações incluem períodos de carência e incentivos comerciais, conforme o perfil do contrato.

A entrada do Alto das Nações amplia o leque de opções para grandes ocupantes em um mercado que voltou a registrar maior atividade locatícia.

Ao mesmo tempo, reforça o papel do eixo Nações Unidas como principal destino para empresas que buscam edifícios de última geração em São Paulo.

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