Notícias do mercado imobiliário corporativo #244

Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 29 de agosto a 4 de setembro de 2025. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.

Estratégia de ocupação: o roteiro para o aluguel do escritório ideal

02/09 – Revista Buildings

Mudar a sede de uma empresa ou expandir seu escritório, sobretudo em São Paulo, é um processo que envolve planejamento detalhado e organização. A decisão de se deslocar para um novo endereço impacta diretamente pessoas, rotina, clientes e fornecedores.

Para tornar essa transição mais fluida, a Buildings — referência em pesquisa imobiliária corporativa no Brasil — e o WebEscritórios — portal de anúncios de imóveis comerciais da Buildings —, reuniram um guia prático para apoiar empresas, desde a pesquisa inicial, passando pela contratação, até a comunicação da mudança.

Além de a empresa avaliar seus objetivos, como redução de custos, consolidação dos escritórios, proximidade de clientes, melhoria da infraestrutura e variedade de serviços disponíveis na região, também é preciso considerar o modelo de trabalho — presencial ou híbrido — pois ele influencia diretamente o layout do espaço e o tamanho da área a ser alugada.

Com a estratégia definida, é hora de elaborar o modelo do imóvel ideal. Assim, deve-se listar critérios como localização — afinal, ela define oportunidades e influencia no preço de aluguel e na imagem corporativa da empresa, além de metragem, infraestrutura e custos indiretos.

Ficou interessado em saber como alugar um novo escritório com segurança e comodidade? Acesse conteúdo exclusivo na Revista Buildings.

Mercado Livre expande ao assinar contrato de 12 anos para maior BTS logístico do Brasil

02/09 – Money Times

A disputa acirrada sobre quem aluga mais espaços logísticos, entrega mais rápido, ocupa áreas mais estratégicas e ganha a preferência dos consumidores brasileiros segue com o Mercado Livre na liderança, confirmando sua robpustez como veterano de guerra do setor.

Assim, a gigante argentina acelera sua expansão no setor logístico e varejista, com duas importantes operações anunciadas recentemente que reforçam sua estratégia de diversificação no país.

No segmento logístico, o Mercado Livre acaba de fechar um contrato de locação de 12 anos com o fundo imobiliário BTG Log AAA Cajamar (BTLA11) para ocupar 100% do módulo G200, um galpão built-to-suit.

Segundo dados da Buildings, o Mercado Livre já havia pré-locado parte do imóvel, da primeira nave. Agora, resolveram expandir, ocupando também a segunda nave do imóvel. Com isso, o condomínio será um BTS para o Mercado Livre de 227 mil metros quadrados, ou seja, o maior em desenvolvimento no Brasil.

Paralelamente à expansão logística, o Mercado Livre avança também no varejo farmacêutico ao anunciar a aquisição de uma farmácia na zona sul de São Paulo. Trata-se de uma operação que marca sua entrada no competitivo mercado de venda de medicamentos, inclusive aqueles sujeitos à prescrição médica.

Para saber mais detalhes da expansão do Mercado Livre, acesse conteúdo na Revista Buildings.

Hitachi Energy escolhe Pindamonhangaba para nova fábrica de 46 mil metros quadrados

29/08 – Metro Quadrado

Sem espaço disponível para expansão em Guarulhos, a Hitachi Energy anunciou o investimento de R$ 960 milhões para construir uma nova fábrica em Pindamonhangaba, São Paulo. 

A planta ocupará um galpão de 46 mil metros quadrados na região da Dutra, em um terreno de 800 mil m², e está prevista para iniciar operações em 2028, dobrando a capacidade produtiva da empresa no Brasil.

A escolha da cidade se deve à sua localização estratégica entre São Paulo e Rio de Janeiro, além da proximidade com os portos de Santos e Itaguaí, fundamentais para a logística de exportação. 

A Hitachi, já presente em Blumenau e Guarulhos, voltou-se para Pindamonhangaba devido à escassez de grandes terrenos em Guarulhos, onde a expansão foi dificultada pela alta demanda imobiliária para galpões logísticos voltados ao e-commerce.

Este investimento reforça a posição da Hitachi Energy como uma das maiores produtoras globais no segmento, alinhada às tendências de sustentação energética e expansão tecnológica no Brasil e no mundo.

XP Malls fecha venda bilionária em nove shoppings com pagamento à vista

01/09 – MoneyTimes

O fundo imobiliário XP Malls (XPML11) anunciou a assinatura de um memorando de entendimentos para vender participações em nove shoppings do seu portfólio, pela soma aproximada de R$ 1,6 bilhão.

Conforme Fato Relevante divulgado, 68% do valor será pago à vista, enquanto o restante será quitado em até cinco anos.

A Riza Real Estate firmou a transação e estruturará um novo fundo imobiliário para abrigar porcentagens de diversos shoppings. Entre eles, 45% do Tietê Plaza Shopping, 15% do Partage Santana Shopping, 25% do Campinas Shopping (Campinas/SP) e muito mais.

Nesse sentido, alguns dos shoppings estão localizados em São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas e Bahia.

Por fim, a gestora destacou que o negócio deve aportar R$ 1 bilhão em liquidez, além de gerar um ganho de capital de até R$ 278 milhões. 

Fapes recicla portfólio e levanta quase R$ 1 bilhão com venda de participações em shoppings

01/09 – Metro Quadrado

A Fapes, fundo de pensão dos funcionários do BNDES, desfez sua participação no Barra Shopping e no Morumbi Shopping, levantando R$ 925 milhões para aumentar a liquidez da carteira. 

Quatro décadas após entrar como sócia desses dois shoppings emblemáticos do Rio de Janeiro e São Paulo, o fundo vendeu suas cotas para a Multiplan e a Previ — coproprietários dos ativos. 

Por conseguinte, as propostas superaram o laudo de avaliação, que estimava os imóveis em R$ 839 milhões.

No Barra Shopping, a Multiplan e a Previ exerceram o direito de primeira oferta e dividirão igualmente a participação de 15% que cabia à Fapes.

No Morumbi Shopping, a Previ adquiriu integralmente os 4% do fundo por R$ 200 milhões, enquanto a Multiplan optou por não participar.

A decisão da Multiplan de reforçar sua participação no Barra Shopping foi avaliada positivamente por analistas do setor. Enquanto a ausência da empresa no Morumbi Shopping não gerou impacto negativo.

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