Notícias do mercado imobiliário corporativo #285

Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 26/06 a 02/07/2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.

Fundo imobiliário estreia com Shopping Center Lapa e negocia aquisição de 15 imóveis por R$ 207 milhões

30/06 – Revista Buildings

O Shopping Center Lapa, na zona oeste de São Paulo, tornou-se o primeiro ativo do fundo imobiliário BRC Renda Urbana, administrado pela BR Capital. 

O veículo de investimento concentra sua estratégia em imóveis comerciais urbanos capazes de gerar renda recorrente aos cotistas, segmento que segue em expansão no mercado imobiliário brasileiro.

A criação do fundo surgiu a partir da demanda das famílias proprietárias do shopping, que buscavam ampliar a liquidez do empreendimento. 

O Shopping Center Lapa reúne 8,2 mil m² de Área Bruta Locável (ABL). 

Enquanto conclui a incorporação do shopping, o BRC Renda Urbana negocia a compra de um portfólio de 15 imóveis comerciais avaliado em R$ 207 milhões. Atualmente, a operação passa pela fase de diligência antes da conclusão.

O pacote reúne 11 agências da Caixa Econômica Federal, duas lojas do Extra, um imóvel ocupado por Dasa e Americanas e um centro comercial localizado em São Luís (MA). Ao todo, os ativos estão distribuídos por dez cidades de cinco estados brasileiros.

Paraná atrai gigantes do e-commerce e fortalece galpões logísticos

29/06 – Gazeta do Povo

Em linha com sua estratégia de expansão, a Log, uma das maiores construtoras e administradoras de galpões logísticos do Brasil, está trabalhando na construção de um novo condomínio logístico em Goiânia.

Com investimento aproximado de R$ 170 milhões, a companhia vai entregar quase 80 mil m² de Área Bruta Locável com o LOG Goiânia IV.

O novo empreendimento contará com um galpão dividido em 36 módulos, com entregas faseadas. Assim, posiciona-se como um polo logístico estratégico, capaz de atender à demanda por espaço em toda a região.

Segundo Marcio Siqueira, Diretor Executivo de Operações da Log, o estado de Goiás é estratégico para a Log. 

Para saber mais, acesse a Revista Buildings.

Shoppings, logística e recebíveis dominam preferência dos investidores de Fundos

29/06 – Isto É Dinheiro

Os fundos imobiliários de shoppings, logística, recebíveis e renda urbana concentraram a preferência dos investidores na B3 durante o mês de maio de 2026.

O levantamento da plataforma Datawise+, da B3, mostra que esses segmentos lideraram o volume de negociações e, ao mesmo tempo, evidenciaram uma estratégia baseada na diversificação entre diferentes classes de ativos imobiliários.

O AD Shopping Fundo de Investimento Imobiliário (ADSH11) ocupou a primeira posição do ranking. Em seguida, apareceram o Kinea Rendimentos Imobiliários FII (KNCR11) e o TRX Real Estate FII (TRXF11), representantes dos segmentos de recebíveis imobiliários e renda urbana, respectivamente.

O ranking evidencia uma distribuição entre diferentes estratégias de investimento.

Os fundos de shopping centers conquistaram forte presença na lista. Do mesmo modo, os segmentos de logística, recebíveis imobiliários, renda urbana e multiestratégia também registraram participação relevante.

Para saber mais, acesse a Revista Buildings.

Mercado imobiliário corporativo: VVCO11 vende todo o portfólio de escritórios por R$ 93,4 milhões em operação com o ZAGH11

30/06 – MoneyTimes

O fundo imobiliário V2 Edifícios Corporativos (VVCO11) firmou compromisso para vender todos os imóveis de seu portfólio por R$ 93 milhões. Conforme fato relevante, o comprador será o FII Zagros Multiestratégia (ZAGH11), que concluirá a aquisição por meio da emissão de 9,9 milhões de novas cotas.

O portfólio reúne escritórios e conjuntos corporativos distribuídos em quatro empreendimentos localizados em São Paulo (SP), Barueri (SP) e Macaé (RJ). 

Atualmente, os imóveis permanecem locados para empresas como Estácio, Nu Pagamentos (Nubank), Telefônica, Omelete, WGTECH e Radioforce, entre outras.

Os ativos vendidos incluem conjuntos comerciais no Condomínio Edifício Box 298, em São Paulo, avaliados em R$ 12,18 milhões. O Condomínio Iguatemi Alphaville, em Barueri, recebeu avaliação de R$ 20,51 milhões. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.

Em descompasso: por que a retomada dos escritórios de SP não chegou aos Fundos de lajes?

01/07 – InvestNews

Os escritórios de alto padrão de São Paulo vivem o seu melhor ciclo desde a pandemia, com vacância em queda, escassez de grandes áreas e aluguéis nos preços máximos em regiões como Faria Lima, Juscelino Kubitschek (JK) e Itaim Bibi. 

Mas, ao mesmo tempo, as cotas de fundos imobiliários de lajes corporativas ainda não acompanharam essa retomada.

Em junho, os fundos de escritórios negociavam na bolsa a 0,67 vez o valor patrimonial, segundo dados do Clube FII. Na prática, isso significa que, para cada R$ 1 em imóveis e ativos dentro do fundo, o mercado pagava cerca de R$ 0,67 pela cota. É um desconto de 33% sobre o patrimônio.

O desconto chama atenção não só em relação ao próprio patrimônio dos fundos, mas também frente à média histórica do segmento, que roda perto de 0,82 vez.

Dados preliminares da consultoria Buildings apontam que a vacância dos edifícios comerciais classe A de São Paulo caiu para 12,5% no segundo trimestre de 2026, ante 13,3% no primeiro. É o menor patamar desde 2013. No pior momento, em 2023, a taxa chegou a 23,5%.

Com Faria Lima e Itaim mais caros e com menos espaço disponível, a demanda começa a transbordar para outras regiões da cidade.

“A tendência é a de forte aumento de preços na cidade de São Paulo, não só na zona centralizada. A vacância tem caído em várias regiões da zona descentralizada”, afirma Simone Santos, sócia-diretora da Binswanger Brazil. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.

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