LOG fecha venda bilionária, maior transação já realizada pela companhia

Fato Relevante

Operação de R$ 1,02 bilhão com fundo do Itaú reforça caixa, mantém gestão dos ativos e acelera plano de investimentos para 2026.

São Paulo, 4 de maio de 2026 – A LOG Commercial Properties anunciou a assinatura do compromisso de venda de 11 ativos operacionais para um fundo imobiliário ligado ao Itaú. A operação soma R$ 1,02 bilhão e marca a maior transação já realizada pela companhia.

Além disso, o portfólio negociado reúne 332.851 m² de ABL total, com valor médio de R$ 3.065 por metro quadrado. O preço se aproxima do valor patrimonial líquido, o chamado NAV.

Com isso, a companhia registra uma margem bruta de 33%, reforçando sua estratégia de reciclagem de ativos. Ao mesmo tempo, a operação otimiza a alocação de capital entre desenvolvimento e locação.

Conforme Fato Relevante, a liquidação financeira ocorrerá em duas etapas, o que equilibra liquidez imediata e exposição ao portfólio. Cerca de 80% do valor será pago à vista no fechamento.

Por outro lado, os 20% restantes serão quitados por meio da entrega de cotas do fundo imobiliário comprador. A expectativa indica conclusão financeira ainda no segundo trimestre de 2026.

Esse modelo, portanto, permite à LOG capturar valor no curto prazo e, simultaneamente, manter participação indireta nos ativos.

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LOG fecha venda bilionária e cria nova fonte de receita

Mesmo após a venda, a LOG seguirá responsável pela gestão comercial e imobiliária dos ativos. Para isso, firmou contrato de consultoria com remuneração anual de 0,50% sobre o patrimônio líquido do fundo.

Dessa forma, a companhia preserva sua inteligência operacional e o relacionamento com clientes. Além disso, cria uma nova linha de receitas recorrentes baseada em serviços.

A transação antecipa recursos relevantes para o plano de investimentos de 2026. Assim, a LOG ganha fôlego para acelerar projetos em desenvolvimento e ampliar sua capacidade de geração de valor.

Por fim, a operação confirma a capacidade da LOG de executar grandes transações e capturar valor em seu portfólio. A reciclagem de ativos, nesse contexto, segue como pilar central da estratégia corporativa.

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