Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 24/04 a 30/04 de 2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
Fundo do Pátria vende participação em shopping do Rio por R$ 159,5 mi
O fundo imobiliário Patria Malls (PMLL11) assinou um MOU para vender 40% do Shopping Park Sul, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, por R$ 159,5 milhões.
Do total, R$ 75,4 milhões entram em caixa, sendo R$ 36,6 milhões na escritura e R$ 38,8 milhões parcelados em quatro semestrais corrigidas pelo IPCA.
O fundo receberá R$ 84,1 milhões via permuta, adquirindo 8,56% do Shopping Taboão, em Taboão da Serra, São Paulo.
Com a operação, a participação do PMLL11 no Shopping Taboão sobe para 16,56%, o que reforça a presença do fundo em ativos considerados dominantes. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
BTLG11 mira captação bilionária para comprar galpões em São Paulo
O BTG Pactual Logística (BTLG11) iniciou uma captação que pode chegar a R$ 2 bilhões em dinheiro novo, diferentemente de outros fundos que usam troca de cotas.
Assim, o fundo busca negociar ativos com maior poder de barganha.
Além disso, a estratégia considera um pipeline iniciado no fim do ano passado, quando os juros ain
da estavam elevados. Com recursos em caixa, a gestão pretende fechar aquisições a preços mais competitivos.
Ao mesmo tempo, a saída de investidores estrangeiros do país abre espaço para negociações mais vantajosas.
Um exemplo envolve um galpão em Guarulhos, negociado com desconto relevante. O ativo pode sair cerca de 30% abaixo de um imóvel similar vendido há três anos por R$ 4 mil o metro quadrado. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
Fundos de escritórios venceram o home office? Metro quadrado na Faria Lima supera R$ 300
O home office não abortou os dividendos mensais pagos religiosamente pelos fundos imobiliários de escritórios mais consolidados da bolsa.
Pelo contrário, os números mostram que o mercado de lajes corporativas de alto padrão em São Paulo vai muito bem em 2026.
A Buildings revela que a taxa de vacância de escritórios em áreas premium da capital paulista diminuiu para 13,4% no primeiro trimestre do ano, abaixo da taxa de 14,5% no final de 2025.
Os analistas do BTG Pactual destacam a pujança dos eixos corporativos da Faria Lima, Pinheiros e Chucri Zaidan.
Só o coração do mercado financeiro viu os preços pedidos em aluguéis de escritórios superarem o patamar de R$ 300 por metro quadrado, dada a oferta restrita e a demanda aquecida por ativos de maior qualidade. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
Mercado de escritórios em São Paulo segue aquecido em 2026, diz BTG
O mercado de lajes corporativas de alto padrão em São Paulo manteve, no início de 2026, a trajetória positiva observada ao longo do ano passado, segundo avaliação do BTG Pactual.
Em relatório, os analistas Daniel Marinelli e Matheus Oliveira pontuaram que, entre janeiro e março de 2026, a taxa de vacância do setor chegou a 13,4%, uma queda de 1,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior.
O movimento ocorreu mesmo diante de uma adição de estoque de aproximadamente 26 mil metros quadrados no período, o que, de acordo com a dupla, evidencia a continuidade de um ambiente de demanda consistente.
A absorção líquida, por sua vez, somou 79,5 mil m² no primeiro trimestre de 2026, contra 109,5 mil m² no quarto trimestre de 2025, mantendo ainda assim, na visão do BTG, o patamar elevado e reforçando a capacidade do mercado de absorver novos empreendimentos.
“Para os próximos trimestres, a combinação entre absorção consistente e novas entregas com negociações relevantes para pré-locações sustenta a visão de continuidade do ciclo positivo, ainda que com maior seletividade em determinadas regiões e ativos”, afirmaram Marinelli e Oliveira.
Por fim, segundo os analistas, a dinâmica regional permaneceu favorável entre janeiro e março, com destaque para lugares como Faria Lima, Pinheiros e Chucri Zaidan. Para uma análise completa, acesse a Revista Buildings.
A reconfiguração do mercado de escritórios em São Paulo: um ciclo mais estratégico e seletivo
O mercado de escritórios corporativos de alto padrão em São Paulo encerrou 2025 e iniciou 2026 consolidando um novo ciclo.
Mais do que uma recuperação pós-pandemia, os dados indicam uma reconfiguração estrutural da demanda, alinhada a transformações observadas também em outros mercados da América Latina.
Nesse contexto, São Paulo se destaca.
A cidade liderou, pelo terceiro ano consecutivo, a absorção líquida acumulada em 2025, com 368 mil m² — o maior volume da região.
O número representa cerca de 36% do total latino-americano.
Além disso, é praticamente o dobro do registrado na Cidade do México, segunda colocada, reforçando o papel do mercado paulistano como referência regional. Os fundamentos locais corroboram essa leitura. Para conferir conteúdo e análise exclusiva, acesse a Revista Buildings.
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