Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 18 a 24 de julho de 2025. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
Amazon expande atuação logística em Brasília com pré-locação de 67 mil m²
O início desse terceiro trimestre segue destacando o mercado de locações logísticas no Brasil, setor em franca expansão.
A exemplo disso, dados apurados pela Buildings revelam um cenário robusto para novas locações.
Nesse sentido, o principal destaque do período é a pré-locação realizada para a operação logística da Amazon no empreendimento XPEX Brasília. Com um novo contrato de locação de 67 mil m², em parceria com um operador logístico, a gigante americana consolida sua presença na região Centro-Oeste.
Trata-se de uma região considerada estratégica para operações de distribuição nacional devido ao entroncamento rodoviário e à proximidade com o Distrito Federal.
Em Mauá, na Grande São Paulo, a Interbrands Foods locou quase 30 mil m² no LVBI Mauá, fortalecendo sua presença logística no leste paulista. Esse movimento também facilita operações voltadas tanto para a capital quanto para o interior do estado.
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Setor logístico chileno recebe 130 mil m² de novo estoque no 2º trimestre, além de novas locações
O segundo trimestre de 2025 reafirmou a força do mercado logístico e industrial do Chile.
Nesse sentido, o setor, impulsionado por novas entregas, absorção líquida saudável e um pipeline robusto de empreendimentos, se consolida como peça estratégica na cadeia de valor do mercado imobiliário nacional e da América do Sul.
Segundo dados da Buildings, o Chile conta com um estoque total de 8,8 milhões de m². Eles estão divididos em condomínios logísticos e condomínios modelo flex, distribuídos em 291 imóveis no total.
Somente no segundo trimestre de 2025, foram incorporados 130 mil m² ao estoque chileno, um crescimento mantido por seis trimestres consecutivos.
Entre os condomínios responsáveis por esse novo estoque no país, o Lo Boza 422, é o de maior representatividade: adicionou 40 mil m² de área locável.
Por fim, na somatória dos dois primeiros trimestres do ano, o setor logístico recebeu mais de 190 mil m² de novo estoque (condomínios industriais e modelo flex).
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Mercado imobiliário corporativo: Centro de São Paulo apresenta queda histórica na taxa de vacância de escritórios, e Chucri Zaidan se destaca
O mercado de lajes corporativas da cidade de São Paulo registrou movimentos significativos no segundo trimestre, com destaque para a drástica redução na taxa de vacância da região Centro.
Segundo dados da consultoria JLL, o índice de áreas vagas na região despencou de 23% no primeiro trimestre para apenas 3%, contrastando com a média geral da cidade de 17,3%.
O principal vetor para essa expressiva queda foi a absorção de espaços no recém-lançado Passeio Paulista, localizado na Rua da Consolação. O empreendimento, desenvolvido pela Brookfield em parceria com a Fibra Experts, assegurou dois grandes contratos de locação que totalizam 25 mil metros quadrados.
Essa absorção teve um impacto amplificado devido à baixa oferta de novos empreendimentos na região Central, consolidando o Passeio Paulista como um ativo de alta relevância no portfólio da área.
Em contraste com o Centro, a região da Chucri Zaidan demonstrou um comportamento diferente, caracterizado pela forte expansão de seu estoque, ao receber 24 mil m² de novas áreas no trimestre.
Segundo dados da Buildings, a Chucri Zaidan totalizava um estoque de escritórios Classe A de 930 mil metros quadrados, distribuídos em 36 edifícios corporativos, com uma taxa de vacância de 17,15%, em queda desde o segundo trimestre de 2023.
Players regionais superam grandes fundos e lideram expansão de galpões logísticos no Brasil
O mercado de galpões logísticos no Brasil atravessa um ponto de inflexão, marcado por uma descentralização impulsionada por desenvolvedores regionais.
Pela primeira vez, esses players estão projetados para superar os grandes fundos de investimento, tradicionalmente concentrados no eixo de São Paulo.
De acordo com dados da consultoria Erea, dos 2,3 milhões de metros quadrados (m²) de galpões previstos para entrega no segundo semestre, 1,2 milhão de m² (53%) serão de responsabilidade de desenvolvedores locais ou menos institucionalizados.
Este movimento representa uma mudança estrutural, consolidando uma tendência observada já no primeiro semestre, quando 35% dos 904 mil m² entregues foram originados fora do principal mercado e geridos por esses mesmos players.
Ainda que São Paulo se mantenha como o estado com maior volume de entregas projetadas (31%), a força da descentralização é evidenciada pelos mercados que o seguem: Santa Catarina, com 25%, e Pernambuco, com 16%.
A viabilidade desses novos projetos depende da obtenção de contratos de pré-locação com valores entre R$ 28/m² e R$ 32/m², patamar que supera a máxima histórica da média nacional, atualmente em R$ 27,4/m².
Enquanto isso, os grandes players, como HSI e Patria, mantêm uma postura mais cautelosa, focando em oportunidades no “Raio 30” da capital paulista.
A Log se destaca como uma das poucas exceções, com uma estratégia de desenvolver ativos em mercados menos óbvios para futura revenda.
Mercado imobiliário corporativo: setor logístico brasileiro se destaca com locações de grande porte no 2º trimestre
No segundo trimestre de 2025, o mercado brasileiro de condomínios logísticos e industriais se destacou. Veio com locações expressivas, refletindo a robustez e a maturidade das principais regiões desse segmento no país.
De acordo com dados do Buildings CRE Tool, de abril a junho, os maiores contratos de locação demonstraram a relevância de setores como e-commerce, varejo e logística.
Na região Sudeste, líder absoluta em demanda logística, destacam-se investimentos em São Paulo e Minas Gerais.
Nesse sentido, a maior locação realizada no segundo trimestre para condomínios de alto padrão (Classe A) foi realizada pela Bridgestone do Brasil em parceria com o grupo GPS.
Esta locação ocorreu no Golgi Mauá II, onde a empresa ocupou 116.496 m² em Mauá, município fundamental da região metropolitana paulista. Além disso, Mauá é favorecida por sua proximidade da capital, acesso ao Rodoanel e às principais rodovias do estado.
Por fim, outro movimento expressivo partiu do Mercado Livre, que ampliou sua infraestrutura ao locar 105.335 m² no Bricklog Guarulhos. Para saber mais, leia matéria completa na Revista Buildings.
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