Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 23/05 a 03/06/2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
RCRB11 vende participação no Parque Cultural Paulista por R$ 77 milhões
27/05 – Fato Relevante
O fundo imobiliário RCRB11 deu mais um passo em sua estratégia de reciclagem de portfólio ao formalizar a venda integral de sua participação no edifício Parque Cultural Paulista.
O compromisso de compra e venda contempla os conjuntos de cinco andares do empreendimento, totalizando mais de 5 mil m² de área BOMA.
Além disso, a transação alcança R$ 77,08 milhões, valor que será quitado de forma parcelada ao longo de até 28 meses.
Segundo o fato relevante, parte do pagamento ocorrerá em dinheiro e outra parcela por meio de compensação de créditos relacionados à subscrição de cotas do fundo comprador.
O comprador é o TEPP11, que assumirá os espaços após o cumprimento das condições precedentes previstas no contrato.
Para conteúdo completo, acesse Fato Relevante.
São Paulo consolida liderança em escritórios premium da América do Sul, aponta estudo
São Paulo fortaleceu sua posição como principal destino de multinacionais que buscam expandir operações na América Latina.
Além de concentrar sedes regionais e investimentos estrangeiros, a cidade abriga hoje o mercado de escritórios mais sofisticado da América do Sul, segundo o levantamento Global Office Fit-out Cost Guide 2026, da Turner & Townsend.
O estudo mostra que o custo para implantar escritórios corporativos de alto padrão na capital paulista avançou de US$ 2.478 para US$ 2.950 por metro quadrado em apenas um ano.
Ainda assim, o valor permanece abaixo dos registrados em Buenos Aires, Santiago e Montevidéu, o que amplia a competitividade do mercado local.
O avanço das multinacionais elevou a procura por ambientes corporativos mais modernos, tecnológicos e preparados para novas formas de trabalho.
Por fim, segundo a Turner & Townsend, São Paulo lidera na América do Sul a adoção de ambientes corporativos voltados para IA, fator que reforça sua posição entre os mercados mais desenvolvidos da região. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
3º Buildings Exclusive Chileno confirma dinamismo de escritórios e expansão logística
Até parecia o Buildings Exclusive Brasil. Isso porque a 3ª edição do Buildings Exclusive, realizada em Santiago, na quarta-feira (27/05), reuniu cerca de 200 clientes e importantes players do setor.
O encontro aconteceu no edifício Almirante Pastene 194, em Providencia, empreendimento de propriedade da MetLife.
Durante o evento, foram apresentados dados estratégicos que ajudam a traçar o panorama atual de cada setor, sendo as palavras resiliência e dinamismo escolhidas para definir o mercado imobiliário corporativo chileno neste início de 2026.
Segundo dados da Buildings, o mercado de condomínios logísticos e centros de distribuição “Flex” no Chile atingiu a marca histórica de 9 milhões de m² de estoque total.
Apesar da entrega massiva de novo estoque, a taxa de vacância mantém-se em níveis saudáveis. Ela fechou o 1T de 2026 em 4,75%.
Alguns destaques do encontro foram: a atividade construtiva, a dominância do varejo e fenômeno Mercado Livre. Para cobertura completa, acesse a Revista Buildings.
CPLG11 alcança marco inédito e fica 100% ocupado por gigantes do ecommerce
O fundo imobiliário CPLG11 atingiu um marco simbólico em sua trajetória. Com a locação de 75 mil m² para o Mercado Livre em São Bernardo do Campo (SP), o veículo da Capitânia passou a ter, pela primeira vez, 100% de seu portfólio ocupado por empresas de ecommerce.
O galpão, desenvolvido em parceria com a SPX Capital e localizado na Rodovia dos Imigrantes, foi entregue no fim de 2025.
Embora o fundo tenha negociado com indústrias e transportadoras nos últimos meses, o Mercado Livre fechou o contrato antes dos demais interessados, evidenciando a velocidade com que os grandes operadores digitais ocupam novos empreendimentos logísticos.
Segundo Gabriel Martins, gestor do CPLG11, empresas tradicionais ainda enfrentam dificuldades para competir com a rapidez de expansão dos principais players do comércio eletrônico.
Além disso, a oferta limitada de grandes áreas contíguas tem acelerado a ocupação dos novos projetos por Mercado Livre, Amazon e Shopee.
O movimento acompanha uma tendência observada em todo o setor. Dados da Binswanger mostram que nove das dez maiores transações de galpões logísticos realizadas no Brasil durante o primeiro trimestre envolveram uma dessas três empresas. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
Aluguel de galpões dispara, mas ganho real ainda não chegou, afirma Pátria
O mercado brasileiro de galpões vive um ciclo de alta nos aluguéis, porém esse movimento ainda não representa um avanço efetivo das margens para os desenvolvedores.
Segundo Rodrigo Abbud, sócio e head de Real Estate do Pátria, os reajustes atuais apenas compensam o aumento expressivo dos custos de desenvolvimento dos empreendimentos.
De acordo com o executivo, construir um galpão logístico já exige investimentos próximos de R$ 4 mil por metro quadrado, considerando também a aquisição do terreno.
Por isso, os valores praticados nos novos contratos refletem uma correção de mercado e não uma valorização extraordinária dos ativos.
Além dos custos mais elevados, o setor enfrenta uma combinação de baixa oferta e forte demanda. Empresas como Amazon, Mercado Livre e Shopee continuam liderando a ocupação dos novos empreendimentos, especialmente nos principais corredores logísticos do país. Para conteúdo completo, acesse a Revista Buildings.
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