Notícias do mercado imobiliário corporativo #288

Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 17/07 a 23/07/2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.

Embu das Artes lidera vacância logística, mas segue entre os maiores polos de expansão em São Paulo

23/07 – Metro Quadrado

O mercado de galpões logísticos de Embu das Artes encerrou o segundo trimestre com um cenário que chama atenção. 

Apesar de registrar a maior taxa de vacância do estado de São Paulo, de 14,9%, a cidade segue entre os principais destinos de novos investimentos no setor. 

Segundo dados da Cushman & Wakefield, o município reúne cerca de 258 mil metros quadrados em construção, volume inferior apenas ao de Cajamar e Guarulhos. 

Além disso, recebeu mais 43 mil m² de novos empreendimentos entre abril e junho.

A elevada disponibilidade de áreas, no entanto, não reflete falta de demanda. De acordo com a consultoria, grande parte dos espaços vagos pertence a galpões mais antigos, que já não atendem às exigências das operações logísticas atuais. 

Para saber mais, acesse a Revista Buildings.

Pré-locação de galpões bate recorde em São Paulo e reforça aquecimento do mercado logístico

21/07 – Estadão

A demanda por galpões logísticos segue aquecida e levou o mercado a um novo recorde de pré-locações. 

Levantamento da Binswanger Brazil revela que 68% dos 777 mil metros quadrados dos 14 principais empreendimentos previstos para entrega no terceiro trimestre, no estado de São Paulo, já possuem contratos assinados antes mesmo da conclusão das obras. 

No trimestre anterior, esse percentual era de 39%, índice considerado elevado para o setor.

Segundo a consultoria, a antecipação das locações reflete a escassez de imóveis disponíveis em regiões estratégicas, como Guarulhos e Cajamar. Com isso, empresas passaram a planejar a expansão com maior antecedência. 

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Investidores movimentam R$ 13,1 bilhões em imóveis comerciais, mas juros altos reduzem ritmo dos negócios

20/07 – Estadão

O mercado brasileiro de imóveis comerciais movimentou R$ 13,1 bilhões no primeiro semestre de 2026, crescimento de 57% em relação ao mesmo período de 2025. 

Em relação ao ano passado, as negociações somaram R$ 8,4 bilhões. Essas informações são da consultoria Cushman & Wakefield.

Apesar do avanço expressivo, o segundo trimestre perdeu força. As transações totalizaram R$ 4,8 bilhões, volume 42% inferior ao registrado entre janeiro e março e 14% abaixo do mesmo período do ano passado.

Dados da Buildings apontam que no setor de escritórios Classe A, a taxa de vacância caiu de 13,33% para 12,70% entre o primeiro e o segundo trimestre.

Além disso, o preço médio pedido de locação avançou 5,08%, passando de R$ 128 para R$ 134,50 por m².

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Os grandes escritórios estão de volta; veja as maiores locações do trimestre

21/07 – Metro Quadrado

Os grandes escritórios voltaram à moda em São Paulo. No segundo trimestre, mudanças de endereço, consolidação de operações e, principalmente, expansão de área locada definiram a lista das maiores ocupações do mercado corporativo na capital paulista.

Segundo a Buildings, apenas quatro empresas somaram 28 mil metros quadrados em locações, o que corresponde a quase um terço da absorção líquida da cidade no período.

“Muitas empresas não estão optando mais pelo modelo híbrido, mas sim 100% presencial, o que traz de volta a necessidade das ocupações na faixa de 5 mil a 10 mil m² ou mais,” disse Fernando Didziakas, sócio da Buildings, ao Metro Quadrado.

A Claro Brasil, por exemplo, que lidera o ranking no trimestre, ocupou 11,2 mil m² de um edifício vazio há mais de dez anos localizado no mesmo complexo da sede da companhia no País.

Além disso, três das quatro maiores locações ocorreram na região da Chucri Zaidan, mostrando que a praça, que sofreu com vacância elevada nos últimos anos, está cada vez mais aquecida.

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Centro do Rio lidera retomada dos escritórios com avanço da ocupação

22/07 – Revista Buildings

O mercado de escritórios corporativos de alto padrão do Rio de Janeiro consolidou, no segundo trimestre de 2026, a trajetória de recuperação iniciada no fim de 2023. 

Assim, entre as regiões que mais impulsionaram esse movimento, o Centro do Rio apresentou o melhor desempenho em absorção líquida. Esse resultado vem sustentado pelo retorno ao trabalho presencial e pela expansão das operações de grandes empresas públicas.

Segundo dados da Buildings, o Centro registrou absorção líquida positiva de 18,5 mil m² entre abril e junho, acumulando mais de 40 mil m² nos últimos quatro trimestres no segmento Corporate Classe A e A+.

Ao mesmo tempo, a taxa de vacância caiu de 29% para 26,7%, uma redução de 2,3 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. No comparativo anual, a queda chegou a 6,40 pontos percentuais.

Petrobras, Dataprev e Banco do Brasil lideram esse novo ciclo de ocupação imobiliária no Centro. Juntas, as três empresas devem acrescentar mais de 10 mil pessoas por dia ao entorno da Avenida República do Chile e da Rua Senador Dantas até 2027.

Para um panorama completo da região e dessas locações, acesse a Revista Buildings.

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