Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 25/09 a 01/10/2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
O xeque-mate da IWG no mercado imobiliário brasileiro: a estratégia por trás do salto gigante dos escritórios flexíveis
A britânica IWG consolida sua liderança no Brasil ao ocupar mais de 165 mil metros quadrados com espaços de coworking.
Consequentemente, o grupo prepara o lançamento de três novas marcas para diversificar seu portfólio: a Humanly, a OpenOffice e a Signature.
Tiago Alves, CEO da IWG no Brasil, ressalta que a estratégia atende clientes com diferentes orçamentos e necessidades.
Assim, a gigante imobiliária pretende capturar o imenso potencial do mercado nacional, onde o setor flexível ainda representa menos de 4% dos imóveis corporativos.
Nesse sentido, destaca-se a Signature, que ocupa o topo da pirâmide com escritórios de altíssimo padrão com cerca de mil metros quadrados.
Retrofit de escritório mira um ativo de R$ 150 milhões em São Paulo
O retrofit corporativo começa a ganhar espaço em uma região de São Paulo que passou anos concentrando projetos residenciais. Agora, a requalificação de edifícios antigos também começa a mirar empresas.
A gestora Ilion Partners captou R$ 80 milhões com investidores para modernizar um prédio de aproximadamente 20 mil m² na Rua da Consolação, construído na década de 1970.
O objetivo final da gestora é estabilizar o ativo em uma janela de 18 a 24 meses para depois colocá-lo no mercado.
Vai depender de como estará o mercado daqui a dois ou três anos, mas a expectativa é vendê-lo na faixa de R$ 100 milhões a R$ 150 milhões”, disse Maxime Barkatz, sócio-fundador da Ilion, ao Metro Quadrado.
Nesse sentido, o projeto representa a primeira iniciativa integralmente corporativa da gestora.
O empreendimento, chamado Edifício Consolação, busca aproveitar uma mudança importante no perfil do Centro de São Paulo. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
Fundos de shopping: baixa vacância e consumo sustentam perspectivas para 2026
Os fundos imobiliários de shopping seguem apoiados por baixa vacância, consumo e diversificação dos empreendimentos ao longo de 2026. Ao mesmo tempo, juros elevados e cenário fiscal continuam entre os principais desafios.
Para Lana Santos, analista do Clube FII, emprego, renda, ocupação e desempenho operacional podem sustentar os resultados do segmento.
Porém, esses fundamentos não garantem, sozinhos, a valorização das cotas.
A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), conforme dado citado na análise, projetava faturamento de R$ 204 bilhões para o setor em 2026.
Nesse sentido, a estimativa representa crescimento de 1,4% sobre 2025, quando o mercado teria ultrapassado R$ 200 bilhões pela primeira vez. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
São Paulo caminha para escassez de grandes escritórios?
A locação integral do Complexo Esther Towers, na Chucri Zaidan, pelo Itaú Unibanco, marca uma nova etapa para o mercado de escritórios de São Paulo. O ativo de 91,4 mil m² representa a maior locação imobiliária da história do Brasil.
A intermediação contou com a CBRE, pela Eztec, proprietária do empreendimento, e a Binswanger Brazil, pelo Itaú.
Segundo os consultores envolvidos na negociação, o negócio pode antecipar um ciclo de escassez de grandes áreas corporativas na capital.
“Essa é uma virada de chave para o mercado de lajes corporativas de São Paulo”, afirmou Simone Santos, sócia-diretora da Binswanger.
Para Felipe Giuliano, diretor sênior de locação da CBRE, a oferta de grandes edifícios tende a diminuir nos próximos anos. Além disso, muitos projetos em construção já possuem contratos firmados.
Nesse sentido, o contrato contempla as duas torres do Esther Towers, com área equivalente a cerca de 12 campos de futebol.
Para entender mais sobre essa transação e o que representa para o setor, acesse conteúdo completo na Revista Buildings.
Mercado Livre acelera entrega e logística: corrida por galpões ganha novo capítulo
O Mercado Livre acaba de adicionar uma nova dimensão à disputa pela eficiência logística no Brasil. Além de ampliar sua rede de operações, a empresa argentina passou a testar entregas em até 60 minutos em São Paulo.
A nova modalidade, chamada de Envios Agora, atende inicialmente produtos de até 15 quilos em áreas selecionadas da capital paulista.
A estratégia acompanha uma expansão expressiva da infraestrutura logística. Em 2026, o Mercado Livre prevê investir R$ 57 bilhões no Brasil, contra R$ 38 bilhões no ano anterior.
Além disso, a companhia pretende inaugurar 20 novas operações logísticas de grande porte até o fim do ano. Com isso, sua rede chegará a 72 estruturas no país, 39% acima do número registrado em 2025.
A expansão ganha ainda mais relevância quando observada sob a ótica imobiliária. Para se ter ideia, a empresa encerrou o segundo trimestre com 5,59 milhões de m² de condomínios logísticos mapeados pela Buildings, distribuídos em 126 ocupações.
Quando iniciou suas atividades em terras brasileiras, em 2018, locava apenas 51 mil m². Desde então, não parou mais de crescer. Para ter um panorama completo do setor e da empresa, acesse a Revista Buildings.
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