Confira 5 destaques do mercado de escritórios neste 3 trimestre de 2021

Neste novo vídeo, Fernando Didziakas apresenta 5 destaques do mercado de escritórios neste 3T/2021. Eles passam pela entrega de novos empreendimentos comerciais, locação e devoluções de espaços, absorção líquida dando sinais de recuperação, fundos imobiliários, locações no Rio de Janeiro (aquecendo o mercado carioca) e perspectivas para a retomada da economia.

Vamos a eles?

5 destaques principais:

1 ponto: a entrega de novos empreendimentos
O mercado tem sido bombardeado com novo estoque entregue nestes últimos meses. Além do Birmann 32, no coração da Faria Lima (entregue em agosto de 2020), também houve a entrega do Faria Lima Plaza e das Torres do Parque da Cidade.

Neste 3 trimestre mais 3 empreendimentos aquecem o mercado de escritórios. Isso mostra que os investidores continuam acreditando na recuperação e expansão do mercado imobiliário, e por isso, seguem oferecendo edifícios de alto padrão à cidade.

Os 4 novos empreendimentos entregues foram:
– Bacaetava Plaza (na Chucri Zaidan)
– Dimanic Faria Lima (em Pinheiros)
– Led Corporate (na Barra Funda)
– E Trimais Hiper Center – que não tá na estrutura de fundos imobiliários. Ele fica localizado na Zona Norte (fora do eixo principal), um pouco deslocado dos principais prédios de regiões mais conceituadas. Ele se destaca por ser grande e de alto padrão, e já chegou ao mercado 80% pré-locado.

2 ponto: locações de destaques, algumas fruto de devolução
A primeira grande locação foi da Shopee – o novo markeplace chinês que chegou para ficar. Há dois anos, eles não tinha nada locado, mas neste período de pandemia vieram e já detém cerca de 16 mil m² de escritórios de alto padrão. Eles locaram no Faria Lima Plaza, no Thera Corporate e no Birmann 32. A Shopee tomou estes espaços e há expectativa de crescer ainda mais.

E para aqueles que pensam que o mercado só troca de mão (quando uma empresa sai de um prédio e aluga em outro espaço), não é só assim que o mercado expande. O mercado também cresce com o surgimento de novas empresas.

A exemplo disso, em 2017 a We Work fez sua primeira locação no Brasil e hoje ocupa cerca de 200 mil m².

Novas empreas surgem e vão precisando alugar novos espaços. Isso faz o mercado se movimentar e expandir.

Sobre redução, no São Paulo Corporate Towers – algumas empresas reduziram, mas houve o caso da XP Corporate. Eles devolveram diversas áreas e agora estão retomando os espaços no prédio e sentiram a necessidade desse acréscimo para as equipes que estão voltando do home office.

A BB fez uma nova locação no Jardim das Perdizes, que foge um pouco desta obviedade de regiões primárias, de 3200 metros quadrados. Eles devolveram 6 mil durante a pandemia e agora alugaram quase metade. Estão se readequando ao modelo híbrido de trabalho.

3 ponto: indústria de Fundos Imobiliários
Ocorreu a compra de alguns FIIs: o Pátio Malzone comprou o fundo da Blue Macau, cerca de 9 mil m², localizado na Nova Faria Lima. Foi uma compra bem relevante para o mercado de escritórios.

O fundo Head triple A compraram 10 mil m² no Thera Corporate que já estava na estrutura de FIIs.
O fundo expandiu em ABL. A Altle, empresa do grupo Votorantim, irão fazer um complexo multiuso. Comprou a torre inteira que será mais alta da cidade, de 51 mil m².

Esses empreendimentos entendem que a pandemia, a longo prazo, vai demandar de novos espaços.

4 ponto: a cidade do Rio de Janeiro teve grande locações
Houve a locação da Endomed, uma marca da faculdade Estácio, que alugou 12 mil m² no Vista Carioca de propriedade da GTIS
de ensino.

Novo momento: locação de 9 mil da empresa Tenip (empresa do setor de óleo e gás) no Eco Sapucaí, um case específico de 2015, de 81 mil, e ainda não estava nada locado. Com essa movimentação, quem sabe outros clientes também não venham!

5 ponto: o mercado de escritório (para Fundos Imobiliários)
Depois de um ciclo de 5 trimestres de absorção líquida negativa, nós devemos ter um trimestre positivo daqui em diante. Apesar de algumas devoluções, o mercado está reagindo. A expectativa para o mercado classe A é que ela fique 20 mil m² positiva.

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Confira o vídeo na íntegra:

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