Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 18 a 26 de junho de 2025. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
Escritórios em São Paulo: taxa de vacância continua em queda no segundo trimestre, aponta Buildings
A Revista Buildings traz com exclusividade os dados preliminares do fechamento do segundo trimestre de 2025 dos escritórios Corporativos Classe A de São Paulo, tão aguardados pelo mercado imobiliário corporativo.
Nesse sentido, os dados já coletados apontam nova queda na taxa de vacância de escritórios Classe A, com resultado na casa de 17% neste segundo trimestre do ano, além de indicar crescimento e estabilidade de outros indicadores importantes.
Segundo o levantamento do Buildings CRE Tool, a taxa de vacância de escritórios Classe A e A+ segue em queda desde o segundo trimestre de 2023. Ou seja, vem numa sequência de sete trimestres consecutivos de redução.
Além disso, os dados preliminares também apontam um aumento na ocupação total de escritórios em São Paulo. Leia matéria completa aqui.
Além do conteúdo exclusividade na Revista Buildings, você também pode conferir um vídeo no nosso canal do Youtube, no qual Fernando Didziakas, sócio-diretor da Buildings, analisa os indicadores e aponta o momento atual do mercado de escritórios. Confira vídeo aqui.
Mercado imobiliário corporativo: Guarulhos recebe investimento de R$ 800 milhões para novo condomínio
Em um movimento estratégico que evidencia a força do setor de galpões, a Nova Milano — gestora de ativos imobiliários — anunciou um robusto investimento em um novo condomínio logístico em Guarulhos, São Paulo.
O projeto, cujo CAPEX pode atingir a expressiva marca de R$ 800 milhões, incluindo a aquisição do terreno, será executado caso todas as fases de desenvolvimento sejam aprovadas.
Nesse sentido, o empreendimento se posiciona como um condomínio triple A, tendo sua localização como um diferencial importante: o terreno, historicamente conhecido como “sítio do Vovô”, está a apenas 3 km da Rodovia Presidente Dutra, um dos principais eixos logísticos do país.
O projeto prevê um total de 240 mil m² de área bruta locável (ABL), que serão distribuídos em três naves modernas do tipo cross-docking.
Mercado mapeado
Segundo dados da plataforma Buildings CRE Tool, a cidade de Guarulhos possui 38 condomínios logísticos prontos para ocupação, o equivalente a uma área total de 2,7 milhões de m² (empreendimentos de todas as classes). Vale destacar que a cidade possui os melhores condomínios logísticos do Brasil.
Além disso, a cidade ainda possui 53,7 mil m² de área em construção e 149 mil m² de área em projeto. A taxa de vacância atual de Guarulhos é baixa: 10,8%. Isso equivale a dizer que 238 mil m² de área está disponível para locação de novas empresas.
Guarulhos possui, ainda, 7,6 mil m² de área ofertada (isso quer dizer que os inquilinos já comunicaram aos proprietários que irão desocupar esses espaços). Com isso, em breve haverá mais espaços disponíveis para locação.
Entre os condomínios logísticos triple A da região com maiores áreas, destacam-se: GLP Guarulhos, com 422 mil m² de área locável total; Parque Logístico Guarulhos II, com 228 mil m² de área locável total e o Cy.log Guarulhos, com 144 mil m² de área locável total.
Por fim, o preço médio pedido de aluguel para condomínio logístico em Guarulhos é de R$ 37,5 por m², segundo dados da Buildings.
Log CP vende dois galpões de alto padrão por R$ 261 milhões
A Log Commercial Properties (Log CP) anunciou a venda de dois galpões logísticos para o Inter Oportunidade Imobiliária Fundo de Investimento Imobiliário, do banco Inter. O valor da transação é de R$ 261 milhões.
Os imóveis negociados foram o LOG São José dos Pinhais II, situado na região metropolitana de Curitiba (PR), e o LOG Hortolândia, localizado na região de Campinas (SP), dois polos estratégicos para o setor logístico brasileiro.
Segundo dados do Buildings CRE Tool, o LOG São José dos Pinhais II é classificado como um condomínio logístico de perfil classe AAA.
Entregue nesse início de ano, o empreendimento possui uma área locável total de 40,9 mil metros quadrados.
Além disso, o galpão conta com pé-direito de 12 metros e capacidade de piso para suportar até 6 toneladas.
Já o LOG Hortolândia, na região de Campinas, em São Paulo, é classificado como um galpão de perfil classe AA. Entregue em 2012, ele oferece uma área locável total de 53,4 mil metros quadrados. Deste total, 8 mil metros quadrados seguem disponíveis para locação.
Para saber mais, leia matéria completa na Revista Buildings.
Mercado imobiliário corporativo: Multiplan encerra maio acima da expectativa com alta de 14,6% nas vendas
Pioneira em investimentos imobiliários, especialmente em shoppings centers, as vendas totais dos lojistas da Multiplan (MULT3) cresceram 14,6% em maio. Esse avanço ocorre após um abril melhor do que o esperado.
No mês passado, após o presidente da companhia projetar um crescimento de vendas de 16,3% até o dia 20 de abril, a Multiplan superou a estimativa, encerrando o mês com alta de 17,3%.
Segundo dados do Buildings CRE Tool, que também monitora o setor de shoppings do Brasil, a Multiplan detém 914.624 m² divididos em 21 propriedades de shoppings. Alguns dos empreendimentos que fazem parte do portfólio são: Barra Shoppings (RJ), Barra Shopping Sul (RS), BH Shopping e Diamond Mall (MG), Jundiaí e Morumbi Shopping (SP), entre outros disponíveis no CRE Tool.
Fundo bilionário realiza maratona de compras de grandes imóveis
O fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11) anunciou a aquisição de mais um imóvel de grande porte, desta vez um prédio já alugado ao Assaí Atacadista, em Caldas Novas (GO).
Essa aquisição em Caldas Novas custou R$ 47,1 milhões.
Com isso, o fundo TRXF11 aumentou seu portfólio para um total de 69 imóveis. Isso representa uma abrangência em 38 cidades, distribuídas em 11 estados do Brasil.
O montante total investido pelo fundo em imóveis agora chega a cerca de R$ 3,87 bilhões.
Por fim, o fundo realizará o pagamento da operação em Goiás em três parcelas. Ele quitará a maior parte do valor, que soma R$ 32,2 milhões, por meio de compensação com créditos obtidos na nova emissão de cotas.
Confira o resumo abaixo:
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