Notícias do mercado imobiliário corporativo #265

Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 06/02 a 12/02 de 2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.

Do choque à seletividade: como a pandemia redesenhou o mercado imobiliário corporativo

11/02 – Revista Buildings

11 de março de 2020. Uma data que não será esquecida. Já se foram quase seis anos desde a declaração da pandemia da Covid-19 e, por um longo período, empresas, governos e mercados operaram em modo de contingência, à espera de uma mudança definitiva.

O que parecia um choque temporário revelou-se, pouco depois, um processo estrutural de reorganização do trabalho e, consequentemente, do mercado imobiliário corporativo.

Assim, entre 2020 e 2022, o setor viveu um período de incerteza inédita. 

No segmento de escritórios, São Paulo demonstrou resiliência, mas passou por uma transformação profunda. A taxa de vacância, que girava em torno de 14% no pré-pandemia, atingiu seu pico em 2023, chegando a 21,3%.

No Rio, desafio foi ainda maior. A cidade já apresentava fragilidades estruturais antes de 2020. Assim, a pandemia aprofundou a perda de competitividade de parte relevante do estoque de escritórios corporativos, especialmente nas regiões do Centro e do Porto Maravilha. 

Por outro lado, se os escritórios passaram por um processo de seleção natural, os condomínios logísticos seguiram o caminho oposto.

Durante a crise sanitária, o segmento consolidou-se como um verdadeiro porto seguro. O isolamento social acelerou o comércio eletrônico em pelo menos cinco anos. 

Quase 6 anos depois, o que realmente mudou? Quem saiu fortalecido? 

Na Revista Buildings, você confere uma análise de como a pandemia redesenhou o mercado de escritórios e logístico e quais são os sinais que apontam para o próximo ciclo. 

Escassez de escritórios Triple A no Rio pressiona empresas e derruba vacância

12/02 – Metro Quadrado

As grandes empresas já flexibilizam exigências para locar escritórios Triple A no Rio. Enquanto a demanda cresce com a volta ao presencial, a oferta segue estagnada, sobretudo no Centro, onde faltam lajes amplas e andares conectados.

O Rio acumula seis trimestres consecutivos de absorção líquida positiva, segundo dados da consultoria CBRE.

A procura começou na Zona Sul e, em seguida, avançou para o Centro, pressionando o estoque mais recente.

No Triple A, a vacância caiu de 29,6% no quarto trimestre de 2024 para 23,5% no fim de 2025, queda de seis pontos percentuais. Desde o início da década de 2010 não havia retração semelhante, afirma Alberto Robalinho, da CBRE.

No Centro, o estoque disponível soma 300 mil m², com 18,7% de taxa de vacância, ou 56 mil m². Prédios entregues entre 2012 e 2016, como Centro Empresarial Senado e Passeio Corporate, operam com vacância nula ou próxima de zero.

Nesse sentido, o Nubank locou quase 7 mil m² no Vista Mauá, reduzindo a vacância do edifício de quase 50% para 18%, segundo a Newmark. 

Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba: como andam os escritórios no Sul?

11/02 – Revista Buildings

Não apenas o mercado de escritórios corporativo de alto padrão de São Paulo, principal polo comercial do Brasil, iniciou 2026 com indicadores positivos.

O mercado imobiliário da região Sul do Brasil também encerrou 2025 com dinâmicas distintas entre Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, refletindo diferentes estágios de maturidade, oferta e demanda.

Os dados monitorados pela Buildings mostram que em Porto Alegre, por exemplo, o estoque corporativo totaliza 771,3 mil m² distribuídos em 128 edifícios (todas as classes).

Deste universo, 247 mil m² são de 20 edifícios Classe A.

No 4T 2025, a capital gaúcha recebeu 20,1 mil m² de novo estoque Classe A. Já a taxa de vacância fechou o trimestre em 15,36% (maior que os 9% do trimestre anterior), mas como reflexo do estoque adicionado.

O que os indicadores apontam em Florianópolis e Curitiba? Para saber mais, acesse a Revista Buildings.

Queda da Selic impulsiona fundos de Logística e Lajes nas recomendações de fevereiro

10/02 – Revista Buildings

Com o mercado antecipando o ciclo de queda da Selic, as carteiras recomendadas de fevereiro indicam uma mudança estratégica. Analistas do Santander, BTG Pactual, EQI Research e Itaú BBA buscam equilíbrio entre ganho de capital e renda recorrente. 

Embora os fundos de recebíveis (papel) ainda sirvam como pilar defensivo, os ativos de “tijolo” ganham forte protagonismo em fevereiro.

Nesse sentido, o setor Logístico e Industrial consolida-se como o grande pilar de valorização para este ano. Gestoras como AZ Quest e TRX Investimentos destacam a vacância estruturalmente baixa e a demanda aquecida.

Ativos como BTLG11, BRCO11, HGLG11, XPLG11 e VILG11 lideram as recomendações por sua resiliência operacional. Além disso, galpões modernos e bem localizados permitem reajustes graduais nos aluguéis, favorecendo fundos como o IBBP11, GGRC11 e HSLG11. Para saber mais sobre o cenário de fundos, acesse a Revista Buildings.

LOG anuncia venda de ativos por R$ 1,04 bilhão e realiza maior operação de sua história

12/02 – Revista Buildings 

A LOG Commercial Properties (LOGG3) firmou acordo vinculante para estruturar um veículo de investimento estimado em mais de R$ 1,046 bilhão, em regime de garantia firme.

A operação envolve a venda de 12 ativos operacionais, que somam mais de 340 mil m² de ABL total, equivalente a 100% do portfólio.

Fato Relevante aponta que a transação ainda depende de condições precedentes usuais. No entanto, quando concluída, representará a maior venda já realizada pela companhia.

O preço ficou próximo ao valor patrimonial líquido dos ativos (NAV) e assegura margem bruta de 33%.

Além disso, a LOG manterá a gestão comercial dos imóveis, bem como a administração imobiliária e condominial.

Dessa forma, preserva a inteligência comercial, a carteira de clientes e cria novas receitas de serviços. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.

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