Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 20/03 a 26/03 de 2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
Shoppings superam R$ 200 bilhões em vendas em 2025, um recorde para o setor
O setor de shopping centers no Brasil ultrapassou, pela primeira vez, a marca de R$ 200 bilhões em vendas anuais, ao atingir R$ 201 bilhões em 2025.
Esse resultado representa alta de 1,2% em relação ao ano anterior, conforme o Censo Brasileiro de Shopping Centers 2025–2026, divulgado pela Associação Brasileira de Shopping Centers.
Para 2026, a entidade projeta a inauguração de 11 novos empreendimentos, enquanto estima crescimento adicional de 1,4% no faturamento do setor.
Atualmente, o Brasil soma mais de 650 shoppings em operação, com cerca de 18,3 milhões de m² de Área Bruta Locável distribuídos por 253 cidades.
Além disso, o setor gera mais de 1 milhão de empregos diretos, com avanço de 1% no último ano e taxa média de ocupação de 95,4%.
Para saber mais, acesse a Revista Buildings. E para mapear o setor de shoppings, conheça o Buildings CRE Tool.
O mercado está otimista com escritórios. O BTG, não
O mercado imobiliário está animado com a retomada dos escritórios no pós-pandemia. Apesar disso, o time de analistas do BTG está preferindo deixar um pé atrás com o segmento.
O banco disse em relatório que, mesmo com a queda da vacância, a dinâmica de preços de locação continua fraca na cidade. À exceção da Avenida Faria Lima, os valores em outras regiões “ainda estão muito atrasados em termos reais.”
De 2019 para cá, só a Faria Lima e o bairro de Pinheiros conseguiram superar a inflação, com aumentos em média de 140% e 61% nos escritórios de perfil Classe A/A+, respectivamente, segundo dados da Buildings – enquanto o IPCA acumula alta de 40% no período.
Nos demais territórios, os avanços médios foram de 36% na Vila Olímpia; de 29% na Avenida Paulista; de 24% na Avenida Chucri Zaidan; de 16% na área que reúne Barra Funda e Vila Leopoldina; e de 4% na Avenida Berrini. Já a Chácara Santo Antônio teve queda de quase 2%.
Embora os investidores tenham a expectativa de que o restante da cidade se beneficie da falta de espaço na Faria Lima, promovendo com isso uma redução do gap de preços, ainda há um longo caminho a percorrer.
Para conferir a matéria completa, acesse a Revista Buildings.
Acessibilidade nasce no projeto e se sustenta na operação
Muitas vezes, o arquiteto tem a percepção de que a acessibilidade foi devidamente contemplada no projeto. Contrata um especialista, incorpora elementos como piso, barras e mapas táteis, e entrega o projeto com tranquilidade, já que, à primeira vista, as normas de acessibilidade foram consideradas e o tema parece resolvido.
Na teoria, tudo parece em conformidade: normas atendidas, elementos implantados, validações concluídas. No entanto, é no uso cotidiano que surgem as barreiras invisíveis — aquelas que não aparecem no projeto, mas impactam diretamente a experiência de quem vive o espaço.
A verdade é que a acessibilidade não termina na obra.
Neste artigo exclusivo de Bruno Mahfuz, Fundador do Guiaderodas, você vai entender por que a acessibilidade vai além dos elementos físicos. Ela depende, sobretudo, de pessoas e da forma como o espaço é continuamente utilizado e transformado. Acesse a Revista Buildings para ler o artigo completo.
Para conferir o artigo completo, acesse a Revista Buildings.
Mercado Livre ocupa 90% de novo centro logístico da Goodman no ABC Paulista
Os proprietários de galpões logísticos de alto padrão em São Paulo nunca subiram tanto o valor da locação.
Um levantamento feito pelo Secovi-SP – em parceria com a CBRE – mostra que o preço médio dos aluguéis no Raio 30 cresceu 20,8% em 2025 entre os imóveis classe A/A+, a maior alta anual da série histórica, e quase duas vezes o avanço de 2024 (11,8%). A média está em R$ 35/m².
A expansão dos operadores logísticos para dar conta da demanda no ecommerce reduziu a oferta disponível – com a taxa de vacância caindo para 7,8%, o menor nível desde 2012 – e gerou “um aumento contínuo no preço médio pedido,” disse o Secovi-SP.
Segundo a CBRE, este foi o primeiro ciclo de revisões de contrato que o mercado logístico experimentou no Brasil, com mais força no Raio 30 de São Paulo e com algumas conversas levando a reajustes de 20% a 30% no ano passado, enquanto o mercado paulistano de escritórios já passou por vários ciclos.
Ao longo dos últimos 10 anos, os preços só começaram a subir em 2020, quando a pandemia gerou um boom de demanda pelo ecommerce. Entre 2015 e 2019, os preços médios caíram em todos os anos.
O mercado avalia que o cenário vai continuar favorável aos proprietários em São Paulo, porque a oferta tende a continuar restrita, em razão da escassez de terrenos para novos projetos no Raio 30 e do custo alto para obter crédito e construir.
Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
BTG Pactual Prime Logística assume 100% de ativos AAA em São Paulo e Rio de Janeiro
O mercado de galpões logísticos de alto padrão registrou uma movimentação bilionária na última semana. Segundo Fato Relevante, o fundo BTG Pactual Prime Logística anunciou a conclusão de uma aquisição estratégica que consolida seu portfólio no Sudeste.
Após aprovação em assembleia, o fundo adquiriu a fração ideal remanescente de dois importantes ativos classe AAA.
O Fundo agora detém 100% da propriedade dos imóveis localizados em polos logísticos críticos.
Os ativos em questão são o BTLP Cajamar, situado na Avenida Dr. Antonio João Abdalla, em São Paulo, e o BTLP Duque de Caxias, na Rodovia Washington Luiz, no Rio de Janeiro.
A Administradora e a Gestora do fundo confirmaram que o valor total do investimento atinge mais de R$ 1,07 bilhão. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
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