Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 10/04 a 16/04 de 2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
Faria Lima vê absorção cair, enquanto Pinheiros e Chucri avançam
A falta de espaço na Faria Lima e os preços de aluguel nas alturas já estão se refletindo em uma perda de fôlego no ritmo de locação dos escritórios em prédios de alto padrão na avenida.
Segundo dados da Newmark, a Faria Lima foi a única entre as principais áreas corporativas da cidade que começou 2026 com absorção líquida negativa.
No primeiro trimestre, o volume de devoluções de escritórios superou as novas locações em 5 mil metros quadrados.
Na Faria Lima, a média do preço pedido no primeiro tri ficou em R$ 311/m² nos prédios de alto padrão, mais de duas vezes a média de São Paulo, de R$ 121/m², segundo levantamento da Newmark.
Já no restante da cidade, as áreas que mais estão conseguindo se contrapor à estagnação da Faria Lima são Pinheiros e a Av. Chucri Zaidan.
O despertar dos escritórios de alto padrão em Santiago em 2026
O mercado de escritórios de alto padrão em Santiago (Classe A e A+) atravessa um momento de transformação estrutural que redefine as expectativas dos investidores para 2026.
Após enfrentar ciclos de incerteza, o setor apresenta um novo cenário ao registrar absorção líquida positiva pelo sexto trimestre consecutivo.
Os dados do primeiro trimestre de 2026 apurados pela Buildings, e disponíveis na plataforma Buildings CRE Tool, revelam uma dinâmica de mercado mais enxuta e eficiente em comparação ao encerramento de 2025.
Um dos principais destaques é justamente a absorção dos escritórios — que alcançou resultado expressivo de 37,1 mil m² no período — mais que o dobro do último trimestre do ano.
Além disso, a atenção também recai sobre a taxa de vacância, que atingiu 10% no 1T de 2026 ante 11,44% do trimestre anterior.
Para conhecer o cenário completo do setor, acesse conteúdo exclusivo na Revista Buildings.
Allos e Kinea criam gigante de shoppings: nova estratégia de Fundos promete movimentar R$ 2 Bi
A gigante do setor de shopping centers Allos (ALOS3) assinou um memorando de entendimentos com a Kinea para estruturar um novo fundo imobiliário. O projeto foca na reciclagem de capital e na monetização de ativos maduros.
Assim, o fundo terá uma oferta primária estimada entre R$ 790 milhões e R$ 2 bilhões.
Essa operação estratégica permite que a Allos receba recursos imediatos sem abandonar a gestão do portfólio. As empresas dividirão a gestão do veículo, garantindo à Allos a exclusividade na cogestão até o final de 2026.
Além disso, a companhia manterá uma participação de 24% no Fundo, assegurando sua exposição aos lucros e à valorização futura dos imóveis. Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
Minas Gerais tem dois shoppings no Top 15 de vendas por metro quadrado no Brasil
Minas Gerais possui dois dos 15 shopping centers com mais vendas mensais por metro quadrado (m²) no Brasil: DiamondMall e BH Shopping, ambos administrados pela Multiplan em Belo Horizonte.
Assim, eles somaram R$ 8.597/m² no quarto trimestre de 2025. O levantamento foi feito pelo banco J.P. Morgan.
O DiamondMall lidera a lista dos empreendimentos mineiros e ocupa a sétima posição nacional, com R$ 4.331/m² em vendas no período analisado.
Já o BH Shopping registrou R$ 4.266/m², com o nono melhor desempenho do País.
Nesse sentido, o superintendente da Associação dos Lojistas de Shoppings Centers de Minas Gerais, Marcelo Silveira, avalia que existem dois fatores que ajudam a explicar esse bom desempenho de ambos os complexos comerciais.
No caso do BH Shopping, é o fato dele possuir uma vacância próxima de 1% e um valor de locação significativo, proporcional às vendas por metro quadrado.
Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
Quando um inquilino sai, o mercado sente: o efeito dominó do caso Banco Master na Vila Olímpia
A crise envolvendo o Banco Master na Vila Olímpia extrapola o campo financeiro e começa a produzir efeitos concretos — e simbólicos — no mercado imobiliário corporativo de alto padrão em São Paulo.
Nesse contexto, a desocupação do Auri Plaza Faria Lima, na região da Vila Olímpia, surge como um dos sinais mais claros dessa transformação.
Atualmente, segundo dados do Buildings CRE Tool, a instituição financeira ocupa cerca de 13,9 mil m² no edifício, ocupação iniciada no primeiro trimestre de 2024. Por se tratar de um ativo monousuário, o imóvel operava como uma fonte relevante de receita para os proprietários, porém com elevada exposição ao risco.
Desde a liquidação extrajudicial decretada em novembro de 2025, esse cenário se inverteu rapidamente.
Neste cenário, a saída do Banco Master deve gerar um choque imediato de oferta na Vila Olímpia.
Por fim, estimativas indicam que, para o segmento de imóveis de alto padrão, a vacância da região pode saltar de cerca de 12,4% para níveis próximos de 17%, evidenciando um impacto relevante em um mercado relativamente enxuto. Para conferir a matéria completa e exclusiva, acesse a Revista Buildings.
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