Confira as últimas notícias do mercado imobiliário corporativo de São Paulo e outras regiões, abrangendo o período de 01/05 a 07/05 de 2026. Além disso, explore artigos e conteúdos relacionados que trazem insights valiosos sobre o setor. Para não perder nenhuma novidade, inscreva-se no canal da Buildings no YouTube clicando aqui.
Iguatemi registra alta de 110% no lucro líquido ajustado no 1º trimestre
A Iguatemi, uma das maiores companhias full service do setor, com participação em 15 shopping centers, registrou, no primeiro trimestre de 2026, a marca de R$ 5,6 bilhões em vendas totais.
Esse resultado representa uma alta de 12,8% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
Além disso, vem impulsionada pela resiliência do consumo no segmento premium, pela produtividade dos ativos e pela contínua qualificação do portfólio.
Nesse sentido, o lucro líquido ajustado atingiu R$ 239,5 milhões, alta de 110%, com margem líquida ajustada de 64,9%.
Segundo Guido Oliveira, CFO da Iguatemi.
“O desempenho desse primeiro trimestre materializa nossa tese de resiliência ativa e reflete uma disciplina rigorosa na execução. Mesmo em um cenário de juros restritivos, seguimos crescendo acima da inflação, com ativos cada vez mais produtivos, níveis recordes de ocupação e a menor inadimplência para um primeiro trimestre em 16 anos”.
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Com metrô, Berrini ressurge entre as regiões mais relevantes de escritórios de alto padrão
A abertura da Linha 17-Ouro do metrô, que ficou conhecida como monotrilho e conecta o aeroporto de Congonhas à Linha 5-Lilás e à Linha 9-Esmeralda (estação Morumbi), recoloca a região da avenida Luiz Carlos Berrini entre as mais procuradas por ocupantes de lajes comerciais.
A avaliação é da F.Reis, incorporadora e construtora que completa 50 anos de atividades em 2026.
“Acreditamos no potencial da Berrini a ponto de manter um landbank da ordem de R$ 100 milhões para novos investimentos na região”, diz Dorival A. Pereira, gerente comercial e de novos negócios da F.Reis.
Atualmente, segundo dados da Buildings, a taxa de vacância na Berrini para imóveis de alto padrão é de 12,6%, maior que 11% do 4T de 2025. Apesar disso, o preço médio pedido de aluguel subiu de R$ 88,7 para R$ 95,3 o m² no período. A região também recebeu mais de 10,1 mil m² de novo estoque no período.
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LOG fecha venda bilionária, maior transação já realizada pela companhia
A LOG Commercial Properties anunciou a assinatura do compromisso de venda de 11 ativos operacionais para um fundo imobiliário ligado ao Itaú. A operação soma R$ 1,02 bilhão e marca a maior transação já realizada pela companhia.
O portfólio negociado reúne mais de 332 mil m² de ABL total, com valor médio de superior a R$ 3 mil reias por metro quadrado. O preço se aproxima do valor patrimonial líquido, o chamado NAV.
Com isso, a companhia registra uma margem bruta de 33%, reforçando sua estratégia de reciclagem de ativos.
Conforme Fato Relevante, a liquidação financeira ocorrerá em duas etapas, o que equilibra liquidez imediata e exposição ao portfólio. Cerca de 80% do valor será pago à vista no fechamento.
Para saber mais, acesse a Revista Buildings.
Escritórios biofílicos podem trazer economia de até U$ 2 mil por funcionário, aponta estudo
Incorporar a natureza ao ambiente de trabalho deixou de ser um luxo. Assim, passou a ser um investimento econômico e sólido na saúde e no bem-estar dos funcionários.
É nesse cenário que o conceito de biofilia, que propõe a integração entre natureza e ambiente construído, ganha força com elementos como vistas naturais, acesso à plantas e luz natural que garantem benefícios para a saúde e mais produtividade.
Além disso, é importante destacar que a implementação de biofilia em projetos arquitetônicos em prédios corporativos pode trazer economia às empresas.
De acordo o estudo The Economics of Biophilia, publicado pela Terrapin Terrapin Bright Green, projetos que contam com design biofílicos podem garantir economia de até US$ 2.000 por funcionário/ano, em custos administrativos.
Outro estudo recente da Universidade de Oregon mostrou que funcionários com vista para a natureza tiram menos licenças médicas (57 horas/ano) do que aqueles sem vista (68 horas), enquanto quem tem vista urbana apresenta resultados intermediários.
Além disso, fatores como qualidade da vista, iluminação natural e tamanho das janelas explicam cerca de 10% da variação no absenteísmo.
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Galpões logísticos podem enfrentar superoferta ou saturação? Especialista responde
O mercado de galpões logísticos no Brasil segue em expansão e ainda distante de um cenário de saturação, mesmo diante do volume crescente de novos projetos.
A avaliação é de Fernando Didziakas, sócio-diretor da Buildings, que cita a força da demanda, especialmente por parte de grandes empresas de e-commerce, como principal vetor de sustentação do setor.
“Quando a gente conversa com essas empresas, principalmente os grandes tomadores de e-commerce, não há nenhum sinal de freamento. Muito pelo contrário, eles estão planejando os próximos ciclos de crescimento”.
Para ele, a dinâmica do segmento ajuda a evitar desequilíbrios mais relevantes entre oferta e demanda.
“O ciclo de construção de um condomínio logístico é de seis meses. O mercado sente a demanda e entrega rapidamente, então essa equação acaba sendo bem ajustada”, explica o gestor.
Na avaliação de Didziakas, o Brasil ainda tem um longo caminho de crescimento quando comparado a outros mercados.
“O estoque logístico brasileiro representa apenas uma fração do que existe nos Estados Unidos. Mesmo comparando ao México, o Brasil ainda teria espaço para crescer várias vezes”, disse.
Para conferir esse bate-papo completo e exclusivo no programa Liga de FIIs, do InfoMoney, acesse vídeo no canal do InfoMoney no Youtube.
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