Escritórios, home office, setor logístico, taxa de vacância, Faria Lima: resumo da Buildings na mídia em 2021

Foto: Vadim Babenko on Unsplash

 

O trabalho de pesquisa da Buildings ganhou destaque em diversos veículos de comunicação ao longo deste ano. Dados do mercado imobiliário corporativo e análises das movimentações do setor de escritórios, consolidação do home office, setor logístico, crescimento do e-commerce, devoluções de espaços e a retomada da economia foram alguns dos temas tratados na grande imprensa.

A reportagem mais recente foi veiculada no dia 05/12 no Jornal da Manhã da Jovem Pan News.

Com o título Locações de escritórios voltam a subir em 2021Fernando Didziakas (sócio diretor da Buildings) trouxe informações e percepções para os próximos anos.

“O que não deve acontecer em 2022 e 2023 é um volume tão grande de novos empreendimentos. E se as empresas, de fato, pararem de devolver seus escritórios no volume que aconteceu nos últimos dois anos, que é a expectativa, o mercado vai ter condições de ter uma estabilidade e um eventual crescimento em metros quadrados ocupados na cidade como um todo”, explicou Didziakas.

No final do mês de novembro (26/11), uma matéria foi produzida pelo jornal Folha de S.Paulo também abordando a retomada do mercado de escritórios, mas dando enfoque aos edifícios de alto padrão.

Com o título Escritórios de alto padrão voltam a receber pessoas e animam setor de locação, o diretor da Buildings falou sobre a importância de se ter (e manter) um escritório na Faria Lima (área consolidada da cidade de São Paulo) e também destacou as entregas de novas lajes corporativas previstas para 2022 e 2023.

“Essas empresas sabem que se devolverem andar na Faria Lima e quiserem voltar daqui a 6 ou 12 meses, pode ser que não encontrem disponível, então vão segurar, porque a longo prazo o escritório vai ser importante”, afirma Fernando Didziakas, sócio-diretor da consultoria Buildings.

Ele apontou que a previsão de entrega de novas lajes corporativas na cidade em 2022 e 2023 está reduzida, em comparação com o estoque adicionado em 2020 e neste ano. A perspectiva é que cerca de 300 mil m² sejam adicionados, enquanto 480 mil m² de novos escritórios de alto padrão chegaram ao mercado paulistano desde 2020, o que deve facilitar a redução da vacância nos escritórios.

Outro destaque ocorreu em matéria da GloboNews com enfoque no setor logístico.

Com o título Galpões de logística batem recorde de ocupação no Brasil, esta reportagem foi ao ar em outubro passado. Em razão do aumento das compras online, a procura por galpões cresceu muito.

Apenas no 3 trimestre deste ano foram 527 mil m² de novos espaços construídos no Brasil. O estoque total de 2021 passa de 1,2 milhões de m². E a expectativa é que até o final do ano esse número vai superar o número do ano passado – que foi muito bom e teve 1,4 milhões de m² de novas entregas.

Para Fernando Didziakas, os números do terceiro trimestre mostram que o mercado de logística no Brasil continua num ritmo de crescimento muito acelerado.

“Por conta disso, tivemos dois novos recordes neste período: nunca se entregaram tantos novos empreendimentos e também nunca se locaram tantos novos espaços. Isso são sinais claros de que o mercado logístico teve um crescimento exponencial e deve se manter assim nos próximos trimestres”.

O Valor Investe também trouxe artigo do professor Baroni (em 03/11) apresentando um panorama geral sobre o setor logístico. Ele fez uma análise sobre o crescimento do e-commerce no Brasil e, consequentemente, do setor logístico, citando dados coletados na Buildings quanto à absorção líquida positiva e a entrega de novas áreas do setor.

Intitulada Fundos imobiliários: Panorama e perspectivas do mercado logístico, Baroni destacou suas perspectivas para o médio e longo prazo, além de verificar se existe alguma motivação em específico pelos descontos significativos das cotações pressionadas no mercado secundário.

Frente à obrigação de atender as demandas do mercado, existe uma simbiose entre o crescimento do e-commerce e a expansão dos centros de distribuição.

Evidentemente, ainda há grande disparidade entre as regiões, uma vez que a maior parte dos galpões estão concentrados na região Sudeste. Contudo, enxergamos que na medida em que houver a elevação da demanda, haverá o desenvolvimento de galpões logísticos para supri-la.

Tanto é que, de acordo com o estudo publicado pela Buildings, o mercado logístico entregou cerca de 1,2 milhão de m² até o 3T21, com destaque para esse trimestre, com cerca de 527 mil m² entregues. Além disso, a absorção líquida tem sido positiva, o que tem reduzido continuamente a vacância física média no país, chegando a aproximadamente 10,9% de áreas vagas no período (Buildings).

Em outra matéria veiculada no portal da CNN Brasil (em 22/07), intitulada Trabalho híbrido anima coworkings que se preparam para aumentar oferta, os dados da Buildings sobre o encolhimento do mercado de escritórios no primeiro semestre de 2021 em São Paulo e Rio de Janeiro foram citados.

São Paulo registrou um encolhimento de 260 mil metros quadrados de áreas comerciais ocupadas no primeiro semestre. O decréscimo na cidade do Rio de Janeiro foi de 122 mil metros quadrados, segundo a plataforma Buildings, empresa especializada em pesquisa imobiliária corporativa.

Também em 22/07, matéria do Uol Economia falou sobre a Faria Lima, utilizando os dados da Buildings sobre o encolhimento do mercado de escritórios no primeiro semestre de 2021 em São Paulo e Rio de Janeiro.

No segundo trimestre de 2021, a taxa de vacância de edifícios corporativos na cidade de São Paulo era de 20,8%, segundo a empresa de pesquisas Buildings. No mesmo período de 2020, essa taxa era de 14,5%, e no segundo trimestre de 2019, 15,9%.

Em reportagem exclusiva para a GloboNews em 19/07, o tema abordado foram as devoluções de espaços comerciais em São Paulo e Rio de Janeiro (recordes naquela ocasião). Intitulada Exclusivo: devolução de escritórios bate recorde em SP e RJ no primeiro semestre de 2021Fernando Didziakas falou sobre o recorde de devoluções de escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro, e analisou também a diferença dos números entre o primeiro semestre de 2020 e 2021.

Quando questionado sobre porque o 1ª semestre de 2021 devolveu mais do que o 1 semestre de 2020, ele explicou:

“Cremos que o volume de devoluções no ano passado não foi tão significativo porque é preciso ter caixa para fazer as obras necessárias à devolução do imóvel, entre outras coisas”, disse Didziakas.

Em matéria publicada no Estadão e republicada na Isto é Dinheiro, ambas em 05/04, os dados da Buildings e informações compartilhadas por Fernando Didziakas trouxeram o perfil dos novos inquilinos para os prédios comerciais de São Paulo. O setor imobiliário contava com aumento da demanda de empresas de tecnologia, saúde e finanças para tentar reduzir a taxa de vacância.

Levantamento da Buildings, empresa de pesquisa imobiliária voltada para o segmento de imóveis comerciais, mostra que 31 novos edifícios deverão ser incorporados em breve ao mercado em São Paulo. Em metragem, considerando os projetos de classe A, são mais 352 mil metros quadrados de área para aluguel ou venda, em comparação aos 220 mil metros em 2020 – aumento de 60%.

“A decisão pela construção desses empreendimentos foi tomada há cerca de três anos, quando havia uma indicação de queda na taxa de vacância”, afirma o sócio-diretor da Buildings, Fernando Didziakas. Segundo ele, a solução pode estar nas empresas que estão fazendo planos de crescimento.

“Na pandemia, as empresas conseguiram se adaptar ao home office, mas isso, no longo prazo, não vai se manter integralmente. As empresas vão continuar precisando de espaços físicos, mas a retomada poderá vir de novas empresas que estão chegando ao mercado e aquelas que estão crescendo.”

Lá em janeiro, a Exame falou sobre o aumento de preços em 2021 na matéria Faria Lima dos galpões, região de Jundiaí pode ter alta de preços em 2021.

A crise provocada pela pandemia passou longe dos galpões logísticos. Ao contrário do mercado de escritórios, que se retraiu, o setor expandiu seus negócios em diversas regiões, surfando o aquecimento do comércio eletrônico no país. Apenas no último trimestre de 2020 o segmento registrou crescimento de 800 mil metros quadrados em espaços ocupados quando comparado ao trimestre anterior, segundo pesquisa da consultoria imobiliária Buildings divulgada para a EXAME Invest. É o maior número desde 2013, início da série histórica.

Como resultado, a taxa de vacância fechou 2020 em queda: 13,4%. Apesar de ser a menor desde o início da série histórica, em 2013, essa taxa ainda é considerada alta, aponta Fernando Didziakas, sócio diretor da Buildings. “Consideramos que começa a haver uma pressão nos preços quando essa taxa fica menor do que 10%”.

Mas essa é a taxa média no país: quando olhamos para a Faria Lima dos galpões, a região de Jundiaí, a 30 quilômetros da cidade de São Paulo, a vacância já está chegando nesse marco. “A taxa de vacância na região passou de 16,7% no terceiro trimestre para 11,6% no quarto trimestre. Se no primeiro trimestre baixar para 10%, haverá uma pressão de preços na região”, diz o sócio-diretor da Buildings.

Apenas na região foram absorvidos quase 260 mil metros quadrados no quatro trimestre de 2020, com destaque para Cajamar e Louveira. Na região há 59 condomínios logísticos, um estoque de 3,8 milhões de metros quadrados.

Estas foram algumas das publicações que ocorreram ao longo de 2021 e que fortaleceram o trabalho da Buildings, ao fornecer dados e análises atentas às movimentações reais do mercado imobiliário, sem fazer especulações.

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NA MÍDIA EM 2021

Confira outras matérias e participações da Buildings ao longo deste ano:

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